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Like A Man

Like A Man

Vamos parar de chupar?!

 

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Por esta altura alguns dos nossos seguidores estao de boca aberta! Foi desta que perdemos a noção? Descansem, o assunto é sério e o título pega numa campanha feito recentemente no Brasil. Antes de mais, clique no vídeo abaixo.

 

 

Perceberam onde queremos chegar? É verdade, as palhinhas - ou canudos, entre os brasileiros - parecem inofensivos. Brincadeira de crianças. Mas são assunto sério. E estão a poluir como nunca o planeta. Sim, andamos preocupados com o futuro. Isto porque, até ver, a terra onde vivemos é o único local que temos no vasto universo.

 

E enquanto a Lua ou Marte não ficam disponíveis, temos de pensar em cuidar bem da nossa casa. No fundo, é como os relacionamentos entre pessoas, se não forem cuidados e “espevitados” ao longo dos tempos, acabam por sucumbir. Ou procuram algo melhor. No caso do planeta, ainda não existe o “outro” ou a “outra”, por isso, se não cuidarmos, morremos todos.

 

Por enquanto as preocupações chegam-nos através manifestações de ecologistas vistos como loucos (e alguns até são). E, vá, quando faz muito calor e acontecem fogos de grandes porporções, ficam um pouco preocupados com o assunto. Mas depois passa-nos. Certo? Mas não devia ser. 

 

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E por esta altura o leitor deve estar a questionar-se: sim, mas o que posso eu  fazer? Sou apenas um em tantos milhões. Mas é mesmo por aí, mudar um pouco a nossa vida. Por exemplo: usar menos plástico! Já pensou bem na quantidade de plástico que usamos no dia-a-dia? Numa simples palhinha que usamos durante uns 5 minutos e que depois demora 450 anos a desaparecer no ambiente.

 

Não estou a pedir que sejamos primitivos. Não me faz qualquer sentido a ideia de voltarmos a usar fraldas de pano ou as senhoras passaram a utilizar pensos higiénicos de tecido. Mas se fizermos tudo o resto, a começar pelas palhinhas, certamente que estes últimos exemplos são ínfimos no oceano de poluição.

 

Parece tão pouco, mas não é. Imagine que vai na Segunda Circular em Lisboa ou na Circunvalação no Porto e apenas 10% desses veículos era movidos a gasolina ou gasóleo. Não faria diferença? Pense nissoQualquer alteração para mudar o rumo que estamos a dar ao planeta é muito importante. Vamos começar por não utilizar palhinhas de plástico e quem sabe trocar o motor de combustão interna por um moderno eléctrico?