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Like A Man

Um passeio Triumphal

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Começo com uma nota prévia: por muito que as mulheres nos acusem do contrário, nós – homens – sabemos que somos bastante organizados. Para o que nos convém, naturalmente, que uma pessoa tem de guardar energias para aquilo que realmente interessa. E os passeios de moto interessam, e muito!


Daí que seja uma questão recorrente, esta de querermos juntar uns quantos amigos e partir à aventura, fazendo quilómetros sem (ou com) destino. Recorrente porque temos sempre aquela ideia idílica de o fazer de forma nada menos do que perfeita! É preciso estudar o itinerário, os sítios onde vamos dormir, onde deixamos as motos em segurança, etc. Resultado: acabamos por não ir.

 

Ora, este relato serve para provar exactamente o contrário. Haja disponibilidade e vontade de fazer quilómetros, qualquer decisão tomada à última da hora serve. E, neste caso, dois dias serviram para “matar o bichinho”.

 

Desafiado à última hora pelo meu amigo Filipe (não o Gil, aqui do LiAM), aceitei a proposta de irmos conhecer as Aldeias do Xisto que, para quem não sabe, ficam a pouco mais de 200 quilómetros de Lisboa, em plena serra da Lousã.

 

A desculpa era esticar “as pernas” da sua Triumph Street Twin, comprada há uns meses, mas que ainda não tinha feito muita estrada aberta. Daí a pensarmos que faria sentido tornarmos isto num passeio Triumphal foi um instante. Para isso contámos com a simpatia da Triumph Lisboa que nos emprestou a segunda Triumph, neste caso a Triumph Street Scrambler – uma moto que há muito me apaixona, sobretudo neste verde mate que me veio parar às mãos.

 

Já bem montados, os preparativos foram “à homem”. Umas breves mensagens trocadas de véspera marcaram encontro no café – literalmente – da esquina para as 8h30. Aí, com dois expressos à frente, decidimos o itinerário. Sem dramas.

 

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O itinerário

 

Uma vez que seguíamos para Norte, não tínhamos muita escolha. Começámos pela 2ª circular em direcção à A1, para sair mesmo antes das portagens.

 

Quem já conduziu uma moto naked sabe que a condução em auto-estrada não é propriamente a sensação que se procura quando no sentamos aos comandos de uma moto destas. Não porque as motos fiquem aquém em termos de comportamento, nada disso. Simplesmente não foi para isso que foram desenhadas. A sensação de apanhar com o vento na cara é boa, sim senhor, até aos 100/110 km/h. A partir daí, e ao fim de uns quantos quilómetros, torna-se cansativo.  

 

Sem pressas, optámos então por estradas nacionais e ICs que nos levaram até à Lousã. E foi um verdadeiro prazer conduzir estas Triumph em estradas onde a pressão de andar depressa é inexistente. Leves, suaves e com uma posição de condução muito confortável, são perfeitas para passear nas calmas. E foi exactamente isso que fizemos, ainda que – aqui e ali – nos tenhamos deixar levar pelo entusiasmo, abusando um pouco mais do motor que parecia pedir sempre mais de toques de punho. E assim o fizemos – sem grandes exageros, diga-se.

 

Foram três horas e pouco de viagem a bom ritmo, sendo que em todo o itinerário a saída de Lisboa terá sido a parte menos simpática, dado o movimento de camiões que optam pela Nacional para evitar as portagens na AE. Mas nada que agilidade e capacidade de resposta das Triumphs não resolvesse.

 

Lousã

 

À chegada à Lousã, já com o relógio a indicar a hora de almoço e o corpo a pedir um mergulho, ficámos indecisos entre refrescar a cabeça ou alimentar o estômago. Mas, nestas coisas, a sorte protege os audazes e a forma como nos fizemos ao acaso acabou por ter os seus frutos. Recordo que isto era um passeio “à homem” (sem nada marcado e apenas com uma ideia mais ou menos precisa de onde queríamos passar). A ideia era andar de moto, com um objectivo: chegar às Aldeias do Xisto. Tudo o resto era um daqueles desenhos com pontos numerados em que vamos juntando os pontos para, aos poucos, revelar o desenho final.

 

E, aqui chegados, os pontos eram placas de sinalização que indicavam “praia fluvial” e “castelo”. Seguimos ambas para terminarmos no sítio perfeito para o que pretendíamos: a Praia Fluvial da Senhora da Piedade era o “desenho” que juntava os pontos. Com as motos paradas junto ao rio, perfeito para um mergulho refrescante, tínhamos o Restaurante O Burgo ali mesmo ao lado. Como extra, a torre do castelo que fica sempre bem nas fotografias da praxe.

 

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Mas a sucessão de acasos não se ficou por aqui. Enquanto almoçávamos, em conversa com o dono do restaurante, recebemos a dica que faltava: de todas as Aldeia do Xisto, a que seria a mais interessante seria a da Cerdeira. Curiosamente, e coisa rara, tinha uma casa vaga para essa noite. Já com a reserva feita, e de volta às motos, partimos rumo ao destino final, não sem antes pararmos nos miradouros da região para mais umas fotos. (Já vos disse que estas Triumph são muito fotogénicas? A região da Lousã então, nem se fala.)

 

Aldeia da Cerdeira

 

Não há como ficar indiferente à beleza das Aldeias do Xisto. Construídas nas encostas da Serra da Lousã, parecem fazer parte da paisagem desde sempre.  

O ambiente, mágico e bucólico, transporta-nos para outro tempo. Tudo parece perfeito neste cenário. Do chão de ardósia ao perfil desalinhado da construção, sem esquecer a vegetação que envolve toda a aldeia.

 

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E, no caso da Cerdeira, é uma magia que se transporta para o conceito que aqui vigora. Aldeia criativa, está no mapa internacional da criação artística. Por aqui fazem-se workshops de formação e retiros ligados à criatividade. A título de exemplo, aquando da nossa estada havia uma formação em olaria, dada por um mestre japonês que, em 2015, veio de propósito construir aqui o forno para finalizar as suas peças.

 

Para jantar escolhemos o Ti Lena, na aldeia vizinha de Talasnal. Como estávamos com vontade de esticar as pernas, depois de consultarmos as nossas anfitriãs na Cerdeira, e depois de nos terem dito que havia um trilho (com sinaléctica própria, portanto) que nos levaria lá, decidimos ir a pé, pelo meio da Serra. Ora bem meus amigos, quanto a isto fica uma dica: se alguma vez ficarem alojados por aqui, não façam isso. Sim, estejam quietos. A menos que haja luz natural tanto na ida como no regresso. Aí sim, recomendo o passeio para limpar os pulmões. Agora neste caso, tratando-se de um jantar, a coisa é mais complicada. Aqui os heróis, tendo iniciado o caminho de ida já por altura do pôr-do-sol, começaram a imaginar o regresso, apenas com as lanternas dos telemóveis a iluminar a busca da sinaléctica que nos levaria de regresso a casa... Provavelmente ainda lá estaríamos.

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Felizmente contámos com a simpatia e disponibilidade do Mário, um dos proprietários do restaurante, que no caminho para casa nos deixou na Cerdeira. Aproveitámos para trocar dois dedos de conversa, onde ficámos a saber que o número de visitantes/turistas ficou, este ano, aquém dos números de outros anos. O que não estará dissociado dos famigerados incêndios que no ano passado andaram pela região. Curioso que estamos sempre tão disponíveis – e ainda bem – para ajudar as populações vítimas destas catástrofes, mas depois esquecemo-nos que a melhor forma de ajudar será sempre manter a economia a funcionar. Fica a nota para reflexão.

 

O regresso - Estrada Atlântica

 

Para o regresso, e não querendo repetir o mesmo caminho, resolvi levar o Filipe a conhecer a Estrada Atlântica. Tinha-a percorrido pela última vez há menos de um ano, também de moto, e recordo essa viagem com um enorme sorriso. Havia, no entanto, um senão a considerar. O incêndio de outubro do ano passado “varreu” aquela zona e, confesso, estava num misto de alegria e apreensão por voltar a fazer aqueles quilómetros.

 

Pelo caminho, e para a despedida da Lousã, ainda passámos no célebre Baloiço do Trevim, para as inevitáveis fotografias. De novo, e porque nos pusemos a jeito, “tropeçámos” em mais uma pessoa muito simpática, que nos “ofereceu” também qualquer coisa. Desta vez foi o muito prestável Nuno, que se encontrava por ali com a família a testar o seu novo drone. Prestável porque acedeu ao nosso pedido para registar o momento da nossa partida, que aqui partilhamos (editado por nós).

 

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Já no asfalto (o caminho para o Baloiço não pode ser chamado de estrada), fomos em direcção à costa para, então, começarmos a descer a Estrada Atlântica. O objectivo era almoçar algures ao longo do caminho.

 

Não foi preciso chegar à EA para perceber a dimensão dos estragos provocados pelo incêndio do ano passado... O que dantes era verde e frondoso é agora escuro e sombrio. Onde havia vida, existe agora destruição e, aqui e ali, tentativas da natureza volta a erguer-se. É inconcebível a forma como não sabemos manter o legado que nos foi deixado e, por outro lado, é incrível a resiliência e a capacidade de regeneração de uma flora que merecia melhor sorte. Menos de um ano depois, já se vê muita vegetação nova a romper por entre as cinzas para dar um ar da sua graça.  E que graça tem esta Estrada Atlântica, ainda que rodeada deste cenário desolador. Se ainda não a percorreram - de carro, moto ou até de bicicleta, já que toda a estrada é acompanhada de uma ciclovia - recomendo vivamente que o façam.

 

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Pelo caminho podem parar para um mergulho ou para comer qualquer coisa, como nós acabámos por fazer. Escolhemos São Pedro de Moel para o fazer, num almoço em cima do mar que serviu para acertar o plano para o que faltava da viagem. Daí para baixo íamos continuar a evitar as auto-estradas, mas não a diversão. As Triumph exigiam isso.

 

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Sempre (quase sempre, vá) dentro dos limites, lá regressámos a Lisboa com a sensação de ter termos feito um belíssimo passeio, muito bem “montados” e com memórias que já ninguém nos tira. É também esse um dos prazeres de andar de mota, coleccionar momentos e histórias para contar. Nada mau para um passeio combinado “em cima do joelho”, não?

 

Fiquem com mais algumas fotos destes dois dias e fica também o nosso agradecimento à Triumph Lisboa pela disponibilidade em emprestar-nos a Street Scrambler que tão bem se portou.

 

Triumph Lisboa

Av. Padre Manuel da Nóbrega 10B, Lisboa

Tlf: 218 292 170

 

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46 coisas que as mulheres precisam saber. Ou não.

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Este post devia ser estar na categoria de conteúdos pagos. Tipo aquelas notícias exclusivas do Correio da Manhã acessíveis apenas para assinantes, só que, neste caso, o conteúdo é realmente interessante.

 

Trata-se de uma lista de 46 coisas que as mulheres fazem e, provavelmente, nem imaginam que nós, homens, achamos sexy. Sim, minhas senhoras, isto é quase serviço público.

 

Ora bem, como é norma nestas coisas, uma “pesquisa” terá identificado este número (extenso e nada redondo) de aspectos da maneira de estar/ser das mulheres que, aparentemente, nos deixam loucos. Confiram a lista e os nossos comentários:

 

1. Rabo de cavalo com fios soltos

Um rabo de cavalo, no geral, já é bastante sexy. Sim, os fios soltos conferem uma sexyness adicional. Sobretudo se tivermos sido nós os causadores desse “desalinho”.

2. Quando ela usa a nossa camisa ou camisola (e mais nada)

Um clássico dos nossos tempos. Quem não gosta de ver uma mulher a passear por casa apenas envergando uma camisa larga? Se é o vosso caso, revejam as vossas prioridades.

3. Som dos saltos altos

Ora bem, esta pode ser discutível. Assumindo que não se trata do som dos tacões da vizinha de cima... ok, parece-nos aceitável. Mas melhor do que o som é mesmo vê-la(s) com os sapatos altos calçados. O efeito nas pernas e nos glúteos é devastador (para o nosso coração).

4. Sardas na cara
Completamente de acordo. E acrescentamos ainda as sardas no peito. Mas admitimos que possa não ser consensual entre os homens. Eu sou fã, confesso.

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5. Quando elas conduzem o sexo

Uma mulher que sabe o que quer, na cama como na vida, será sempre sexy. Mas atenção, isto da "condução" é uma auto-estrada (ou estrada nacional, em função do ritmo) de dois sentidos.

6. A forma como elas riem

Se todos os estudos apontam que as mulheres gostam de homens com sentido de humor, este ponto faz todo o sentido. Se alguém diz as piadas, alguém tem de rir, certo? Mas a sério: uma boa gargalhada pode ser muito sedutora.

7. Quando elas se sentam no nosso colo para dar um beijo

Senhoras, temos uma novidade para vos dar: nós também temos sentimentos. Sim, um homem gosta de se sentir amado. E será sempre um prazer receber-vos no nosso colo.

8. (Um belo par de) seios

Precisamos de comentar? Bom, talvez. Só para dizer que há uma discussão eterna entre a comunidade masculina, em que uns preferem os seios e os outros o rabo. Não vamos tomar partido, ainda que tenhamos a nossa opinião. Mas concordamos com este ponto, claro.

9. Quando elas, de vestido ou saia, se esticam para retirar alguma coisa de um sítio alto

Uma dica excelente para quem vai começar com as obras lá em casa. Armários altos, senhores, armários altos!

10. A forma como elas acordam com o cabelo despenteado

É inversamente proporcional à “sensualidade” do hálito matinal, mas sim, um aspecto desarranjado pontual fica-lhes sempre bem.

11. Elas deitadas de bruços só de cuecas

Confirma-se. Elas de cuecas parece-nos sempre bem. De bruços está perfeito.

12. Cabelo cheiroso

O cheiro será sempre um dos mais poderosos afrodisíacos. Quem nunca passou por alguém na rua, logo pela manhã, e virou a cabeça para ver melhor a responsável por aquele odor tão agradável? Este que vos escreve já conseguiu esta proeza depois de ter passado de mota por uma senhora que estava de carro, com a janela aberta. E sem cair. É de homem.

13. A manha que elas fazem quando chega a hora de nos separarmos

É aquele jeito de menina triste que verdadeiramente mexe connosco. Somos uns “suckers” por isso. Não só gostamos de nos sentir amados, como disse atrás, mas também que a nossa falta será sentida. Mesmo que envolva um pouco de manha à mistura.

14. A forma como elas mexem no cabelo

Sim, muito. Como mexem no cabelo e como o usam como arma de sedução. Sabem tanto, as mulheres...

 

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15. A forma como elas andam descalças e nas pontas dos pés quando o chão está frio

Tão queridas que elas são. E maravilhosamente frágeis. Nós, claro, somos uns brutos que, se for preciso, até vamos à varanda em boxers. Elas não. Têm frio e são sensíveis. Isso é fofo, acreditem.

16. Como elas lambem os dedos depois de comerem uma coisa muito saborosa

Começo a achar que somos uns fáceis. Mas sim, é sexy.

17. Inteligência

Sim, minhas senhoras, nós gostamos de vocês (também) pelo vosso intelecto. Não interessa nada que todos os outros pontos desta lista tenham a ver com questões físicas. Este é o ponto que verdadeiramente devem reter.

18. Quando elas andam pela casa só de cuecas

Há aqui qualquer coisa com as cuecas, não há? A verdade é que sim: gostamos de ver-vos de cuecas. De bruços, a andar pela casa, e por aí fora.

19. Pés bonitos

É um fétiche já muito falado mas, sem entrar em comportamentos desviantes, somos obrigados a concordar que uns pés bonitos (e bem arranjados) são bastante sensuais. Até porque no verão andam muito à vista e ninguém gosta de ver uma mulher bonita com pés de jogador de futebol, convenhamos.

20. A forma como se sentam na sanita, com as perninhas viradas para dentro e com as cuecas em baixo

Tão fofas. Sim, confirma-se. É (estranhamente) sexy.

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21. Cabelo molhado

Bom, parece que o cabelo rivaliza com as cuecas nesta lista. Cabelo lavado, cheiroso e molhado: sexy.

22. A maneira como preocuparem connosco

Umas queridas, é o que elas são. Sim, adoramos que se preocupem connosco. Não como a nossa mãezinha, que não há aqui complexos de Édipo por resolver, mas tem a sua piada, sim senhor.

23. Um decote bem utilizado

Sim, porque os há mal utilizados. Mas um decote equilibrado é coisa para nos deixar doidos. E elas sabem disso. Safadas!

24. Quando elas mordem a pontinha dos óculos

Agora veio-me à ideia o look professora primária, mas sim, percebo a referência.

25. Coque (uma espécie de rabo de cavalo, mas em formato de donut) despenteado

De novo o cabelo e, de novo, apanhado. Acho que no fundo gostamos do vosso pescoço, senhoras. Para beijar, mordiscar ou apenas para apreciar.

26. A forma como o cabelo cai naturalmente na cara e o modo como tentam ajeitá-lo

Será isto patrocinado pela Lúcia Piloto? Bom, sim. Pode ser bastante sexy. Desde que o cabelo esteja lavado e bem cheiroso, claro!

27. Elas a comerem um gelado

Err... Passemos ao ponto seguinte.

28. Quando ficam com frio e usam nosso casaco

Gostamos de cuidar das nossas mulheres. E gostamos de sentir que, de certa forma, elas precisam de nós. Ainda que saibamos que na verdade seja mais ao contrário. Minhas senhoras, não somos nada sem vocês. A verdade é essa.

29. Vestido comprido e pés descalços

Sem cuecas e com o cabelo despenteado (ou de rabo de cavalo)? Sim, gostamos muito.

30. Quando elas passam da casa de banho para o quarto só de cuecas para se arranjarem

Vamos esquecer que estamos de novo a falar de cuecas. Sim, é muito sexy. E está aqui, muitas vezes, a razão por que não conseguimos chegar a horas a lado nenhum. Quem consegue resistir a uma mulher a passear só de cuecas pela casa? Eu não.

31. Covinhas nas costas

Não tivesse eu mais de 40 anos e não fosse esta uma expressão que abomino, diria: top!!! Assim mesmo, com vários pontos de exclamação. As covinhas no fundo das costas são aquele “bug” da criação que vos torna tão, mas tão, sensuais. Abençoadas sejam.

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 32. A forma de andar

De cuecas, com a nossa camisa, a caminho do quarto vindas da casa de banho, com o cabelo molhado? Tudo e mais alguma coisa. Uma mulher sensual a passar por nós vai sempre mexer connosco. Sempre.

33. Calça de ganga + blusa branca

Um clássico da simplicidade feminina. É quase uma regra matemática: menos com menos dá mais. Muito mais.

34. Tatuagem (principalmente as que só dão para ver uma parte e nos deixa curiosos para ver o final)

Também será discutível, admito. Mas eu gosto, e muito. Uma mulher com a tatuagem certa: sexy.

35. Um pouco de gordurinha para ter onde agarrar

Desenganem-se as mulheres que acham que os homens gostam de mulheres (muito) magras. Não gostamos. Umas “gordurinhas” nos sítios certos ficam-vos tão bem!

36. Atitude

Sem dúvida. Ninguém gosta de uma mulher cata-vento. Ter uma opinião é sempre importante. Ter sempre uma opinião já pode ser discutível. O que vale para homens e mulheres. Equilíbrio é a palavra de ordem.

37. Quando elas arranham sem magoar

"Gataria" no bom sentido, portanto. Sim senhor, é giro.

38. A cara delas vista de cima quando dormem no nosso peito

É o nosso sentido de protecção apurado. Gostamos de tomar conta delas e de as proteger. E de as ver felizes, claro.

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39. Quando elas acordam só de cuecas e se espreguiçam

Mais uma que envolve estar só de cuecas. Podíamos compilar isto num só ponto, não? Mas sim, confirma-se.

40. Camisola que deixa um ombro de fora

Pele q.b. à mostra será sempre sexy. Um ombro é muito sensual. Se for de rabo de cavalo então, cuidado.

41. Elas totalmente depiladas

Já lá vai o tempo das pilosidades abundantes. Tendo em conta o carácter cíclico destas tendências, resta saber até quando. Mas por mim está (muito) bem assim.

42. Camisola sem sutiã
A Terra é redonda? O céu é azul? O ar é de todos? Tudo verdades universais, como este ponto.

43. O cheiro delicioso que elas deixam na casa depois do banho

Somos uns animais, a verdade é essa. Por isso, e não só, o cheiro é tão importante para nós. Do cabelo, da pele, da pessoa, no fundo.

44. Quando elas não usam maquilhagem

Sim, uma mulher que fica bonita sem qualquer maquilhagem é muito sensual. Afinal, será assim que vos vamos ver a maior parte do tempo. Assim e de cuecas a passear pela casa, aparentemente.

45. O osso saliente na cintura

Pode parecer contraditório com o ponto 35, mas não é. Este ponto em particular é bastante sensual. As gordurinhas localizadas também. Acumulem ambas, de preferência.

46. Sentir todo o corpo delas quando dormimos em conchinha

Acabamos em fofinho, só para provar que não somos uns brutos que para aqui andamos.

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Vamos parar de chupar?!

 

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Por esta altura alguns dos nossos seguidores estao de boca aberta! Foi desta que perdemos a noção? Descansem, o assunto é sério e o título pega numa campanha feito recentemente no Brasil. Antes de mais, clique no vídeo abaixo.

 

 

Perceberam onde queremos chegar? É verdade, as palhinhas - ou canudos, entre os brasileiros - parecem inofensivos. Brincadeira de crianças. Mas são assunto sério. E estão a poluir como nunca o planeta. Sim, andamos preocupados com o futuro. Isto porque, até ver, a terra onde vivemos é o único local que temos no vasto universo.

 

E enquanto a Lua ou Marte não ficam disponíveis, temos de pensar em cuidar bem da nossa casa. No fundo, é como os relacionamentos entre pessoas, se não forem cuidados e “espevitados” ao longo dos tempos, acabam por sucumbir. Ou procuram algo melhor. No caso do planeta, ainda não existe o “outro” ou a “outra”, por isso, se não cuidarmos, morremos todos.

 

Por enquanto as preocupações chegam-nos através manifestações de ecologistas vistos como loucos (e alguns até são). E, vá, quando faz muito calor e acontecem fogos de grandes porporções, ficam um pouco preocupados com o assunto. Mas depois passa-nos. Certo? Mas não devia ser. 

 

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E por esta altura o leitor deve estar a questionar-se: sim, mas o que posso eu  fazer? Sou apenas um em tantos milhões. Mas é mesmo por aí, mudar um pouco a nossa vida. Por exemplo: usar menos plástico! Já pensou bem na quantidade de plástico que usamos no dia-a-dia? Numa simples palhinha que usamos durante uns 5 minutos e que depois demora 450 anos a desaparecer no ambiente.

 

Não estou a pedir que sejamos primitivos. Não me faz qualquer sentido a ideia de voltarmos a usar fraldas de pano ou as senhoras passaram a utilizar pensos higiénicos de tecido. Mas se fizermos tudo o resto, a começar pelas palhinhas, certamente que estes últimos exemplos são ínfimos no oceano de poluição.

 

Parece tão pouco, mas não é. Imagine que vai na Segunda Circular em Lisboa ou na Circunvalação no Porto e apenas 10% desses veículos era movidos a gasolina ou gasóleo. Não faria diferença? Pense nissoQualquer alteração para mudar o rumo que estamos a dar ao planeta é muito importante. Vamos começar por não utilizar palhinhas de plástico e quem sabe trocar o motor de combustão interna por um moderno eléctrico?

 

 

 

Coisas que envergonham TODOS os homens

 

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Escrevo envergonhado. Não fiz nada de mais. Mas a minha condição de homem não me faz ficar indiferente. Li isto no Diário de Notícias e fiquei com náuseas. Com vergonha alheia da condição masculina.

 

É no Brasil, mas podia ser em Portugal. Na Suécia, nos Estados Unidos. E acontece em todas as classes sociais. Das mais pobres às mais abastadas. É um flagelo. Acreditem. 

 

Eu sei, a maioria de nós nunca levantou a mão a uma mulher. E ainda bem. E também sei que não se reveem nestas imagens. Mas, por mais brutais que sejam é sempre importante relembrar o que o ser humano pode fazer a outro. O que um homem pode fazer a uma mulher. Nada, mas nada, o justifica. O que podemos fazer?

 

Não compactuar com estas coisas e depois, sempre que existir desconfianças, tentar perceber como se pode ajudar. Isto. As imagens (no vídeo abaixo) metem nojo. Muito nojo. E são muito fortes. Mas não podemos assobiar e olhar para o lado

 

 

Estamos a pedi-las!

 

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A partir do dia 1 de agosto de 2018, a população mundial gasta mais do que aquilo que o planeta pode repor: ou seja, vivemos a crédito. Os recursos naturais que “sorvemos” do planeta chegaram para oito meses do ano. Os restantes meses estaremos a gastar mais do que o planeta pode repor.

 

O mais grave é que desde que o cálculo é feito o crédito tem vindo a crescer de forma galopante. Precisamos de mais um planeta para nos alimentar e dar de beber. E o grande problema é que, ao que parece, ninguém liga patavina ao assunto. Continuamos a gastar muita eletricidade. Continuamos a deitar metade da comida que compramos fora – ora porque se estraga, ora porque não a comemos.

 

Como não é um assunto sexy – daqueles instagramáveis – não nos vamos lembrando. O que é ainda mais grave.

 

Trump, Putin e os chineses estão-se a borrifar para o assunto. Aliás, quanto mais depressa o gelo dos polos derreterem, mais barato fica a travessia do planeta... Não fora alguns povos no norte de Europa estarem a mudar um pouco a forma de vida e as coisas estariam na mesma. É impossível continuarmos a viver assim. Não estamos só a hipotecar o planeta, como o futuros dos nossos filhos e netos. Mas não só, o nosso também.

 

Recentemente vi na TV que em 2050 – e que esperamos todos ainda estarmos “vivinhos da silva” – vamos ter verões com temperaturas que podem ultrapassar os 50 graus centígrados... - percebi de imediato que o problema também é nosso.

 

Para além de dar que pensar, era bom reagirmos e começarmos a mudar coisas, simples, na nossa vida. Podemos, por exemplo, usar menos plástico, comprar menos coisas. Temos mesmo de mudar. A bem ou a mal - ainda estamos a tempo de escolher.