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Like A Man

iPhone: anti-telemóvel que mudou tudo

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Foi já, ou apenas, há dez anos que um pequeno aparelho apresentado pelo genial Steve Jobs mudou toda uma indústria e até mais do que isso. Aquilo a que se chamavam de smartphones passaram a dumbphones. E a palavra telemóvel, que por vezes ainda utilizamos, deixou de fazer sentido. Escrevo obviamente sobre o iPhone.

 

104 anos e ainda está aí para as curvas. Literalmente

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Chegar aos 104 anos em forma para nos fazermos a uma pista de Fórmula 1 não é para todos. Nem mesmo para todas... as máquinas fotográficas. Mas foi exactamente o que aconteceu com a Graflex 4X5 que o fotógrafo Joshua Paul resolveu retirar da reforma e levar para uma sessão de F1. O resultado é o que podem ver nas fotografias abaixo, um misto de "drama" e fascínio, que há muito tem andado arredado das pistas de Fórmula 1, digo eu.

Deixo-vos com o resultado da sessão fotográfica e uma curiosidade: hoje em dia uma boa máquina fotográfica tira 20 fotografias por segundo. Esta Graflex 4X5 de 1913 tira 20 fotografias e... ponto. Neste caso, é mesmo ponto de exclamação. Que maravilha!

 

 

 

 

Nike ressuscita os Air Mariah

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Foi em 1981 que a Nike criou uma nova sapatilha de corrida. Desenhado e calçado por corredores, o modelo dispunha da mais recente tecnologia de amortecimento na altura: Air. E foi apenas o segundo modelo (a seguir aos Nike Air Tailwind de 1979) a utilizá-la. Antes do seu lançamento, o nome do modelo foi alterado para Air Mariah.

 

Provavelmente, um dos capacetes mais bonitos do mundo

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OK, o título pode parecer exagerado, sobretudo quando se trata de gostos. Como sabem cada um tem o seu! Mas todos sabemos que há bom e mau gosto. E este capacete, o Hedon Epicurist Ash que testei durante uma semana é um hino ao bom gosto. Mas atenção, é muito do que apenas um objeto bonito. Ora leiam...

 

 

 

Quando a melhor recordação de uma tragédia é um sorriso

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É sempre difícil falar (ou escrever) sobre uma tragédia como a de Pedrógão Grande. Infelizmente, temos vindo a habituar-nos aos incêndios de verão. Com o passar dos anos, e a forma recorrente como estes acontecem, vamos ficando menos sensíveis ao tema. Quase como se de uma inevitabilidade se tratasse. Mas não é.

 

Pelas perdas materiais, mas sobretudo pelas perdas humanas, nunca um incêndio pode ser visto como algo inevitável. E no capítulo das perdas, infelizmente, o incêndio de sábado vai ficar na nossa memória por muitos anos.

 

A minha é maior do que a tua?

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Ontem publiquei aqui um texto leve e despretensioso sobre as três dicas – muito básicas – para se entrar no, achava eu, maravilhoso mundo das duas rodas. Tão básicas como escolher a mota, comprar o equipamento adequado e praticar, fazendo quilómetros e acumulando horas de prazer a fazer aquilo de que gostamos. Mas não. Aparentemente, e segundo os arautos da “essência motard”, nada disso é permitido a alguém que não pertence ao exclusivo lote dos “escolhidos”.  Sim, ao que parece não é motard quem quer, mas quem foi designado para tal. No bate-boca que se instalou nos grupos dedicados ao tema, juro que li algures que “já se nasce motard”! Os outros, se quiserem, podem eventualmente vir a tornar-se “motociclistas”. Pelos vistos são coisas bem diferentes – outra coisa que aprendi sobre este mundo é que a semântica é um tema muito sensível. Quem diria que a malta das motas (posso dizer assim?) teria uma sensibilidade tão grande para com a escolha das palavras?

 

 

Dicas para te tornares num motard

 

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Tenho 41 anos e carta de mota há pouco mais de cinco anos. Não é preciso ser um Guterres das contas para perceber que ainda sou um novato nestas coisas. É verdade que comecei um pouco antes, à boleia da lei que permitia aos detentores de carta de ligeiros conduzir motas até 125cc, mas ainda assim passei mais de metade da minha vida sem qualquer tipo de contacto com as duas rodas para além de vê-las passar na rua.

 

O fidget spinner mais cool

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Estão por todo o lado. Os nossos filhos e sobrinhos não os largam. Há os de metal, de plástico e até uns que têm luzes. Escrevemos, claro está, do fenómeno do momento: o fidget spinner

 

Mas podem já começar a perguntar o que tem o fidget spinner a ver connosco, homens de ação, modernos, fortes mas sensíveis? Pois..., a questão é simples: quem é que ainda não "roubou" por uns momentos o fidget spinner dos putos para gáudio próprio durante uns segundos que atire a primeira pedra. Ora, e porque não termos o nosso próprio "brinquedo".

Aliás, todos os homens (e mulheres) criativos têm algumas ajudas para nos ajudar a pensar. Vaí daí, numa pesquisa pelos www descobrimos o "Orbiter" . Talvez o  fidget spinner mais cool que existe no momento.

 

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