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Like A Man

18
Jan17

Test Ride SYM Fiddle III 125cc – Boa, para quem está a começar!


LiAM

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Se nunca teve mota. Se anda à procura de uma scooter no qual quer investir pouco (até 2 mil euros) e se gosta de uma estética "retro" ao estilo das Vespsa então as próximas linhas são especialmente para si!

 

Tenho conduzido a SYM Fiddle III de 125 cc desde o início de setembro. Aliás, foi a primeira vez que conduzi uma mota na via pública. Fui buscá-la ao stand e zás, fiz-me à estrada. Esta scooter tem tudo de bom para quem começa a sua experiência nas duas rodas. É lenta a arrancar, é baixa o que dá segurança para não tombarmos para os lados quando paramos e é leve - para além de muito económica. As primeiras semanas com ela foram muito felizes.

Depois conduzi, pela primeira vez uma Vespa 125 cc e uns dias mais tarde a Piaggio Medley e percebi algumas das limitações da SYM Fiddle. Mas, mesmo assim é uma scooter de 125cc a ter em conta.É muito divertida de conduzir. Tem alturas que faz uns barulhos estranhos no pára-lamas, sobretudo quando chove, mas so far so good. A estética, que vai beber o mais possível às Vespas, é muito agradável. De tal forma que os mais desatentos – perdoem-me os puristas "vespianos"– confundem-nas com as da marca italiana.

Ainda os pontos positivos: gasta pouco, como já tinha referido Só para vos exemplificar: há semanas em que todos os dias a conduzo de casa para o emprego. 10km para lá e 10 km para “cá”. Se só fizer isso gasto cerca de 5 euros em gasolina por semana. Gasto cerca de 5 litros por cada 120 ou 130 kms que ando. É fazer as contas.

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A forma como se move nas estradas da cidade é perfeita. Já quando a levamos para a auto-estrada, deixa um pouco a desejar. Uma das opções para o meu percurso diário tem cerca de 5 km de auto-estrada. E aqui a Fiddle III deixa perceber que “não está na sua praia”. É lenta, treme um pouco quando se ultrapassa os 100 kms/hora. Mas serve.

Imagino que uma viagem com o triplo desta distância seja pouco confortável e demorada.Os travões podiam ser um pouco melhores, contudo usados em conjunto são eficazes q.b. Aqui há que ter em conta a reação da Fiddle III e a devida distância com o veículo que vai à nossa frente. E também por isso, quando a conduzo dou por mim a escolher percursos mais urbanos e menos rápidos.

É nas cidades, nas ruelas, no pára arranca que ela é feliz e nos faz feliz. Embora, há que ter muito cuidado, principalmente quem a conduz em Lisboa, com carris dos eléctricos. E em termos de conforto, é um pouco durinha, mas nada de muito incomodativo. Um ponto menos positivo é a arrumação tem espaço para guardar 1 capacete e pouco mais. E se for um capacete com formato mais estranho não cabe.


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Mas tal como vos escrevi anteriormente, se não tivesse experimentado outras achava que estava com uma scooter fantástica. Não é. É apenas muito mas muito interessante. Para o preço e para quem está a iniciar-se no mundo das duas rodas cumpre muito, muito  bem.

Manutenção barata, garantia de 5 anos ou 100 mil kms, e é um dos modelos mais vendidos da marca asiática no mercado português.É sem dúvida uma boa mota para quem começa  e é também uma boa mota para o dia-a-dia de quem lhe chega uma 125cc que anda sem problemas mas sem grandes velocidades.

A versão III da Fiddle vem equipada com uns Leds que fazem alguma diferença na visibilidade que impomos na estrada. Este modelo, lançado nos primeiros meses de 2016 vem com uma estética um pouco mais apurada do que o modelo anterior.Prós:# Consumo# Estética# PesoContras:# Suspensão# Aceleração fraca# Arrumação

Avaliação (de 0 a 5):
Consumo: 5
Estética: 4
Motor: 2
Condução: 4
Preço: 4
Total (num máximo de 25): 19

 

 

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