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Like A Man

05
Mai17

Sexo, motas, luta e rock’n’roll!


Filipe Gil

Sons-of-Anarchy-FX1.jpg

Temos escrito várias vezes aqui que não somos viciados em séries de televisão. Não somos, ponto! Mas vemos e gostamos de algumas que nos fazem seguir “avidamente”. Ou seja, não somos viciados, certo? Ou será que somos? Desde que tenho a Netflix (que a par do Spotify é a melhor coisa que os nerds criaram neste mundo) que vejo mais séries – sem entrarem pela minha vida adentro. Em vez de estar o tempo que estava nas redes sociais, estou a ver séries no Netflix – seja no computador, no televisor ou no smartphone.

 
E recentemente comecei a ver uma série que acho, sinceramente, brutal. O mais engraçado é que a série já acabou há três anos e durou sete temporadas! O nome Sam Crow diz-vos algo? Ou SOA? Não, então continuem a ler:

 

Sons of Anarchy é a série que me tem prendido aos ecrãs nas últimas semanas. Talvez pelo facto de nunca ter ligado muito a motos (a não ser às Harley) só agora, três anos depois dei conta do “culto”. De tal forma que já se fala em vários spin offs. A série presta-se a isso desde o primeiro minuto.

 

A história é simples: seguimos a vida das personagens de um clube de motociclistas do norte da Califórnia, de uma cidade fictícia perto de Oakland. O trama é montado à volta de várias personagens chave que, tal como na série “The Walking Dead” nunca se sabe se vão sobreviver aos episódios - por mais importantes que seja no enredo. E isso é bom!

 

Sons_of_Anarchy_7_setima_netflix.png

Inspirados, claramente, nos míticos Hell Angels (creio que um ex-membro serviu de consultor à série), a história é muito bem contada e cria-nos sentimentos muitos distintos: da compaixão pelos bikers, à raiva, à incredulidade de existir quem viva assim e até alguma simpatia pela porcaria que fazem. É a vida dura de homens duros fora da lei!

 

Sem ser machista, deve ser uma série que agrada mais aos homens que a mulheres, (por favor, senhoras, digam que estou errado!). Sexo, pancadaria droga, blusões de cabedal, rock’n’roll e motas, coisas básicas que nós homens adoramos. Mas com sensibilidade, porque não somos uns brutos!

Todos estes ingredientes da série poderiam ser inócuos e dar num de filme de Van Dam, mas não, está escrito com mestria e, atenção, nada é gratuito, nem o sexo nem a violência. A maneira como a câmara se move, a forma como somos transportados para a série faz-nos quase esquecer a cultura das motas. Fala-se muito de fidelidade, de valores, de regras. Tudo ingredientes que homens duros, mas sensíveis, como nós, apreciam.

 

Se tiverem Netflix vejam, e juntem-se ao clube! 

 

(E já agora vejam um trailer da primeira temporada):

 

 

 

 

 

 

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