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Like A Man

20
Fev17

Como terminar com 10 anos de fidelidade


Filipe Gil

 p9_1_liam.jpg

Nunca em 10 anos olhei para o lado! Nunca me interessou, nunca me senti interessado. E sempre fui muito fiel. Mas, e há sempre um mas, um dia experimentei um Huawei P9 e tudo mudou. Sim, estou a escrever sobre telemóveis. Estavam a pensar no quê?

 

A verdade é que desde que o primeiro iPhone foi apresentado, pelo já mítico Steve Jobs, que o mundo dos smartphones nunca mais foi o mesmo,  pelo menos para mim. Foi paixão à primeira vista. Não tive esse modelo, porque não veio diretamente para Portugal, mas salivava ao ver os meus colegas de agência a tocar naqueles ecrãs enormes.


Depois disso fui sempre comprando os iPhones que foram aparecendo para o mercado. Pelo menos de 2 em 2 anos um iPhone novo! Tinha amigos que me falavam de Samsungs, mas ignorava. Outros que falavam de um smartphone enorme que era excelente e que se comprava unicamente online diretamente da China...

Whatever!! iPhone é iPhone.Até que há umas semanas o João mudou de iPhone para Huawei, mais concretamente para o Huawei P9. Pensei que ele tinha endoidecido de vez. ÁUEI? Por amor da Santa, meu rico iPhone!!!
Comecei a perceber que o novo P9 com duas lentes Leica começava a fazer furor nas redes sociais.

Huawei P9 Leica


Vi que o jornalista e comentador televisivo Luís Pedro Nunes, sempre atento às últimas tendências que agradam aos homens, tinha um. Mas que raio?! O que terá de tão interessante esse Huawei? Aquilo não tem o carisma da Apple – que confesso que se tem perdido com o ultra cinzento Tim Cook.
Pedi emprestado à Huawei Portugal e um pouco desconfiado comecei a testá-lo.

E pela primeira vez desde que saiu o iPhone percebi que existe um telemóvel que faz frente à marca da maçã. A construção, o toque de ecrã, a definição, e claro as duas fantásticas lentes da Leica “fazem” a cabeça de qualquer amante de gadgets.Apesar de não ser fã do sistema Android com aquelas cores todas a fazer-me lembrar o tablet que o meu filho de 4 anos tem lá por casa. Mas neste telemóvel o software parece mais profissional, mais sóbrio. E tudo parece funcionar com grande, grande rapidez e clareza. E estabilidade!

p9_liam.jpg

Outra questão muito interessante neste Huawei: na caixa tinha já uma capa de plástico transparente para colocarmos na parte de trás do smartphone - não sei se será assim em todos os modelos. E o ecrã já trazia uma proteção para o vidro. Será porque era de teste?
Mas uma das melhores características são mesmo as lentes da Leica que este modelo trás. Mesmo para um leigo como eu, fotografar com este Huawei dá um enorme prazer. As Leica tornam um momento “normal” numa quase obra de arte. E a qualidade do ecrã é fantástico. 

O único ponto que não me habituei foi ao teclado. Mas é algo normal para quem usa dois telemóveis e sistemas diferentes.Por sua vez, a bateria é muito interessante. Apesar de não ter usado o Facebook nele – apenas o Instagram – durou uns 2 dias e meio sem carregar. Mas, claro, usei este P9 novinho em folha.

A única coisa que me irritou é aquela maneira "à lá Windows" que permite limpar o caché e ganhar espaço. Irrita-me porque se torna viciante "limpar" o software do telefone. Agora a sério, só é pena que este telemóvel não tenha acesso ao iTunes. Aí seria imbatível. Mas o seu toque, peso, gozo na sua utilização ultrapassam esse defeito. Fiquei mesmo, mesmo surpreendido e não me importava nada de ter este P9, ao invés do meu já não tão adorado iPhone. O problema vai ser mesmo entregar o Huawei de volta.

A todos os Apple lovers, como eu, aconselho a experimentarem este iPhone Killer. Talvez o primeiro a surgir no mercado depois de 10 anos.

Huawei p9 like a man

 

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