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Like A Man

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104 anos e ainda está aí para as curvas. Literalmente

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Chegar aos 104 anos em forma para nos fazermos a uma pista de Fórmula 1 não é para todos. Nem mesmo para todas... as máquinas fotográficas. Mas foi exactamente o que aconteceu com a Graflex 4X5 que o fotógrafo Joshua Paul resolveu retirar da reforma e levar para uma sessão de F1. O resultado é o que podem ver nas fotografias abaixo, um misto de "drama" e fascínio, que há muito tem andado arredado das pistas de Fórmula 1, digo eu.

Deixo-vos com o resultado da sessão fotográfica e uma curiosidade: hoje em dia uma boa máquina fotográfica tira 20 fotografias por segundo. Esta Graflex 4X5 de 1913 tira 20 fotografias e... ponto. Neste caso, é mesmo ponto de exclamação. Que maravilha!

 

 

 

 

Nike ressuscita os Air Mariah

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Foi em 1981 que a Nike criou uma nova sapatilha de corrida. Desenhado e calçado por corredores, o modelo dispunha da mais recente tecnologia de amortecimento na altura: Air. E foi apenas o segundo modelo (a seguir aos Nike Air Tailwind de 1979) a utilizá-la. Antes do seu lançamento, o nome do modelo foi alterado para Air Mariah.

 

Provavelmente, um dos capacetes mais bonitos do mundo

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OK, o título pode parecer exagerado, sobretudo quando se trata de gostos. Como sabem cada um tem o seu! Mas todos sabemos que há bom e mau gosto. E este capacete, o Hedon Epicurist Ash que testei durante uma semana é um hino ao bom gosto. Mas atenção, é muito do que apenas um objeto bonito. Ora leiam...

 

 

 

Quando a melhor recordação de uma tragédia é um sorriso

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É sempre difícil falar (ou escrever) sobre uma tragédia como a de Pedrógão Grande. Infelizmente, temos vindo a habituar-nos aos incêndios de verão. Com o passar dos anos, e a forma recorrente como estes acontecem, vamos ficando menos sensíveis ao tema. Quase como se de uma inevitabilidade se tratasse. Mas não é.

 

Pelas perdas materiais, mas sobretudo pelas perdas humanas, nunca um incêndio pode ser visto como algo inevitável. E no capítulo das perdas, infelizmente, o incêndio de sábado vai ficar na nossa memória por muitos anos.

 

A minha é maior do que a tua?

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Ontem publiquei aqui um texto leve e despretensioso sobre as três dicas – muito básicas – para se entrar no, achava eu, maravilhoso mundo das duas rodas. Tão básicas como escolher a mota, comprar o equipamento adequado e praticar, fazendo quilómetros e acumulando horas de prazer a fazer aquilo de que gostamos. Mas não. Aparentemente, e segundo os arautos da “essência motard”, nada disso é permitido a alguém que não pertence ao exclusivo lote dos “escolhidos”.  Sim, ao que parece não é motard quem quer, mas quem foi designado para tal. No bate-boca que se instalou nos grupos dedicados ao tema, juro que li algures que “já se nasce motard”! Os outros, se quiserem, podem eventualmente vir a tornar-se “motociclistas”. Pelos vistos são coisas bem diferentes – outra coisa que aprendi sobre este mundo é que a semântica é um tema muito sensível. Quem diria que a malta das motas (posso dizer assim?) teria uma sensibilidade tão grande para com a escolha das palavras?

 

 

Dicas para te tornares num motard

 

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Tenho 41 anos e carta de mota há pouco mais de cinco anos. Não é preciso ser um Guterres das contas para perceber que ainda sou um novato nestas coisas. É verdade que comecei um pouco antes, à boleia da lei que permitia aos detentores de carta de ligeiros conduzir motas até 125cc, mas ainda assim passei mais de metade da minha vida sem qualquer tipo de contacto com as duas rodas para além de vê-las passar na rua.

 

O fidget spinner mais cool

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Estão por todo o lado. Os nossos filhos e sobrinhos não os largam. Há os de metal, de plástico e até uns que têm luzes. Escrevemos, claro está, do fenómeno do momento: o fidget spinner

 

Mas podem já começar a perguntar o que tem o fidget spinner a ver connosco, homens de ação, modernos, fortes mas sensíveis? Pois..., a questão é simples: quem é que ainda não "roubou" por uns momentos o fidget spinner dos putos para gáudio próprio durante uns segundos que atire a primeira pedra. Ora, e porque não termos o nosso próprio "brinquedo".

Aliás, todos os homens (e mulheres) criativos têm algumas ajudas para nos ajudar a pensar. Vaí daí, numa pesquisa pelos www descobrimos o "Orbiter" . Talvez o  fidget spinner mais cool que existe no momento.

 

Quando nos morre um pai!

Pai e filho Like A Man

É inevitável. Um dia acontece. Nunca queremos pensar nesse dia, de como vai ser, de como vamos saber, mas desde que ganhamos consciência da morte, desde putos, que temos isso presente: um dia o nosso pai vai morrer. E a mim aconteceu, faz hoje 4 anos. E por vezes parece que nunca aconteceu, mas outras tantas está demasiado presente. Para um homem, perder um pai é algo muito poderoso. Partilho convosco a minha experiência.

 

Tudo que sempre quiseram saber sobre a marca Mash

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A Mash. Já aqui falámos dela, mas quisemos ir mais a fundo e conhecer melhor uma marca que está cada vez mais presente nas estradas de Portugal. Falámos com Nuno Vigoço, gerente da Roda Gigante, representante e importador da marca Mash para o nosso país. Leiam a entrevista e tiram todas as dúvidas que possam ter sobre esta marca de modelos neo-clássicos.

 

A festa do bourbon e das tatuagens

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Continuamos a falar de bourbon, apesar de o dia 13 de junho ser um dia mais para falar de gurosan - pelo menos em Lisboa. Mas na passada semana no Bar O Purista  o bourbon norte-americano Bulleit apresentou-se aos portugueses, num evento com boa música e a possibilidade de fazer tatuagens. A marca, presente no mercado nacional há alguns anos, e tem na sua filosofia estar com as gentes criativas e ligadas às artes. Nós fomos convidados e não podíamos faltar. E não, não fizemos nenhuma tatuagem...ainda.

 

 

Dicas essências para uma boa pele no verão

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Verão, praia, tempo quente, sol, muito sol. Só coisas boas, certo? Mas é exatamente nesta altura que é fundamental proteger a pele, sobretudo a do rosto. Não só por uma questão de saúde mas para não ficarmos cheios de rugas e com ar envelhecido. Por isso mesmo perguntámos a Fernando Borges, responsável de Training da Clarins, quais os cuidados que os homens devem ter no verão – no campo, na praia ou na cidade. Homens, vamos deixarmo-nos de tretas e cuidar de nós?

 

Fazer check na Bucket List

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À medida que vamos envelhecendo (graciosamente e em grande estilo) vamos tentado preencher a nossa Bucket List. É uma lista que provavelmente vai-se alterando à medida que o tempo passa e que vamos ganhado experiência de vida.

Porque passamos a ter interesses diferentes ou porque ganhamos maturidade suficiente para perceber que aquele item não dá mesmo para fazer e até era bastante estúpido. Mas a melhor sensação de todas é mesmo quando mentalmente se faz “check” naquilo que sempre lá esteve (na lista). A mim, tem acontecido, e está semana já fiz check num item. Partilho convosco:

 

 

 

 

E se uma festa inusitada invadir um loft do centro de Lisboa?

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Imaginem um loft na zona do Martim Moniz, em Lisboa, a ser invadido por uma festa “daquelas”. Chamam-se Inner Tequilla, ou seja, festas promovidas pela cerveja Desperados que vão acontecer um pouco por todo o país na promessa de darem "experiências músicais do outro mundo". Querem saber mais?

 

Queriam escrever com estilo? Temos Penna

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É quase uma inevitabilidade. Quando temos coisas antigas, queremos coisas novas. E quando temos um mundo de tecnologia ao nosso dispor, andamos de olho em tudo o que é vintage. Veja-se o fenómeno das motas antigas, dos carros clássicos, da decoração vintage, e por aí fora. Dir-se-ia que nunca estamos satisfeitos com o que temos, mas a verdade é que o mundo (do sistema económico que nós próprios criámos) parece apostado em fazer-nos gastar dinheiro. Algo que muito facilmente acontece quando aparece um objecto que junta o melhor destes dois universos.

25 anos depois reencontrei Axl e Slash!

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2 de julho de 1992. Estádio José de Alvalade. Seis meses após ter comprado o bilhete para o qual olhava religiosamente todos os dias estava finalmente a ver Axl Rose & Cia. 25 anos depois voltei a rever Axl Rose, Slash e Duff McKagan e a emoção foi a mesma. Este é o meu relato do concerto de Guns’n’Roses de 2 de junho.

 

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