Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Like A Man

31
Jan17

LiAM em viagem: paragem #2 - Siem Reap (Cambodja)


LiAM

https://www.youtube.com/watch?v=ky2dxg9RN_kE se o post de hoje fosse em vídeo? Não sendo tanto uma questão de preguiça, como refiro em jeito de brincadeira no vídeo,  é sobretudo uma questão prática. Não adoro escrever no iPad e ainda menos no smartphone, e uma vez que passo tanto tempo a percorrer a pé as ruas da cidade, parece-me apropriado fazê-lo assim. Deixo-vos as minhas impressões sobre Siem Reap, bem como algumas dicas e fotos. Espero que gostem e, sobretudo, que possam ser úteis.

https://www.youtube.com/watch?v=Lv56r3WDqFg&t=151s

Duas perspectivas do centro da cidade, com os seus cafés, bares e muito comércio:

Já nos templos, a forma como a natureza tem sobreposto a sua força às construções humanas, impressiona:

No pôr do sol, há duas certezas: a paisagem incrível; e o "outro lado", com a multidão a procurar o melhor spot para a fotografia.

A simpatia dos locais, essa, não tem idade.

30
Jan17

Quer saber mais sobre cerveja artesanal?


LiAM

garrafaspublico_feat
É uma tendência de consumo que nos últimos dois anos se tem tornado um caso sério em Portugal. Não só pelo número de marcas que têm surgido mas, sobretudo, porque estão a mudar a percepção dos portugueses tem relação à cerveja, não só no conhecimento da bebida mas também nos vários momentos em que pode ser bebido. Quer ficar a conhecer mais este fenómeno, basta ler as linhas seguintes:

 

27
Jan17

A primavera vem aí!


LiAM

pumaclydeyellow_likeamanPor esta altura do ano as marcas de roupa e sportswear começam a apresentar as novas coleções para a primavera/verão. Como é o caso da Puma sobretudo nas novas cores dos modelos de sapatilhas Clyde e Suede - que são uma grande tendência para a próxima estação. Basta ver os sites de moda internacionais.E como somos da opinião que um homem com estilo deve estar a par das últimas tendências, sobretudo no que respeita a ténis, revelamos algumas das novas cores destes modelos que em breve vão estar nas lojas. O que acham?[gallery ids="2507,2502,2508,2509,2501,2505" type="rectangular"] 
26
Jan17

A vida é demasiado curta para coisas feias


LiAM

piaggiomedley1_liamÉ isso mesmo. A nossa vida é demasiado curta para estarmos rodeados de coisas feias. Muitas delas podem ser muito práticas e racionais, mas coisas sem emoção não prestam - pelo menos para mim. No que respeita a motas, sobretudo nas scooters passa-se isso, temos as nipónicas que têm uma grande fiabilidade e temos as italianas, igualmente boas mas que apostam muito mais no design. Ora sou daqueles que prefere uma coisa bonita, com estilo e boa, a uma coisa muito prática, brutalmente estóica e feia.E embora nunca tenha experimentado um scooter nipónica (das várias marcas presentes no mercado) quando paro ao lado delas num semáforo, ou a estacionar, vejo que estou a conduzir uma mota mais bonita e com mais estilo. E penso mesmo que apesar da questão pratica de andar de mota, que é ir do ponto A ao B em segurança, fazê-lo numa coisa bonita é diferente. Dá-me mais prazer. Tenho esta "coisa" por motos italianas que as japonesas não me despertam (mesmo em cilindradas superiores).piaggiomedley2_liamIsto tudo para vos contar que, depois do João ter andado várias semanas com a Piaggio Medley coube-me a mim andar e testar a scooter de 125 cc da Piaggio.E faz hoje precisamente três semanas que a fui buscar ao stand da marca em Alcântara, Lisboa. Com apenas 1 quilómetro! Um verdadeiro privilégio!Ora, se de motas ainda não tenho muita experiência, tenho conduzido scooters diariamente desde setembro. E já conduzi cinco motas diferentes, desde uma Vespa Primavera, à SYM Fiddle III, outra SYM, a Jet 4 (veículo de substituição que a HM Motos me facultou) ou a Piaggio de três rodas, a MP3.Agora diariamente com a Medley posso comparar com as anteriores experiências. A diferença está sobretudo na qualidade. Nota-se que a Medley tem mais qualidade que as motas asiáticas (sobretudo chinesas) que conduzi. Sou suspeito: gosto de motas italianas, como já escrevi e quem me conhece bem sabe o quanto suspiro por uma Moto Guzzi. Um dia, um dia...Ainda hoje (quinta-feira), a chover e bem em Lisboa fiz-me à estrada com esta mota. E com toda a precaução necessária fiz os meus percursos sem problemas. (conduzir mais devagar, estar ainda mais atento à envolvência, dar mais distância do que o normal para o veículo da frente, olhar para estrada para evitar os malditos aquaplannings, etc.). O facto desta mota estar equipada com um vidro à frente faz toda a diferença. A marca emprestou-nos ainda uma daquelas mantas para proteger do frio. E embora seja necessário alguma atenção para não nos atrapalharmos quando colocamos o pé no chão, sabe mesmo bem. Apesar de aqui, com a tal manta, o estilo ficar um pedaço de lado. Mas é a prova que se pode andar de mota todos os dias, mesmo quando chove muito.piaggiomedley3_liamEstou a gostar mesmo da experiência. A scooter é um pedaço alta (pelo menos para mim), e tenho que me chegar um pouco à frente no banco para ter os pés bem assentes no chão, mas quando em andamento, a posição de condução é muito cómoda, com um aconchego do resto do banco para o pendura - que está a um nível mais alto.As rodas altas são excelentes para o "fantástico" piso de Lisboa (cheio de buracos, carris e óleo espalhado). Mas há algo que me dá um grande prazer nesta 125 cc: o barulho do motor.  Sobretudo quando o ligo. Muito a lembrar o das Vespas. Será que têm o mesmo motor?Pontos negativos? Há sempre, encontrar a mota perfeita é como andar atrás do Santo Graal, mas para uma 125cc, e pela experiência que tenho tido até ao momento, só posso dizer bem (e não, não me estão a pagar para tal). Acho esta Medley uma seria concorrente à Honda PCX 125. E não é só uma questão de estilo...Em breve eu e o João publicaremos a review final, com todos os pontos deste modelo da Piaggio.
24
Jan17

LiAM em viagem. Paragem #1 - Kuala Lumpur


LiAM

Se leram o post Quem é o LiAM, nomeadamente a parte da nossa bio em que, muito sucintamente, resumo a minha bucket list a "viajar", facilmente perceberão o meu mood para este ano (e porque não todos os outros que se seguem?). Se pudesse ser pago para viajar, provavelmente seria o que faria. Como isso ainda não é uma profissão, vou-me dedicando a acrescentar carimbos no passaporte à minha conta, e bem mais lentamente do que gostaria.Mas para este início de ano decidi inovar.Já vos falei da questão de viajar sozinho, o que recomendo vivamente que façam pelo menos uma vez na vida, e agora faço outra sugestão: viajar apenas com meio plano definido à partida. Já há muito tempo que me deixei de viagens pré-formatadas em que alguém decide por mim o que vou ou não ver. Compro o voo para o destino e depois de algumas pesquisas e consultas com amigos que já visitaram o destino em questão acabo por decidir a rota a seguir e marcar os hotéis e demais voos, caso existam. Fiz assim das duas outras vezes que estive no sudeste Asiático. Desta vez, porém, decidi partir de Lisboa apenas com o bilhete de avião no bolso e as duas primeiras noites marcadas. O restante (meio) plano seria passar três semanas algures entre Malásia, Camboja e Vietname, com alguns sítios de passagem "obrigatória".Ainda assim, uma necessidade logística obrigou-me a planear um pouco mais à frente do que desejava. Alertado pela necessidade de pedir o visto para o Vietname online com alguma antecedência, tive de escolher as datas (aproximadas) em que ia visitar, ou pelo menos entrar, no país. Este é, de resto, um ponto importante nesta coisa de viajar sozinho. É muito útil, mais ainda do que quando se viaja acompanhado, recolher toda a informação que possamos sobre os destinos que queremos conhecer. Dicas como esta ajudam-nos a poupar algumas chatices no local. E como vamos estar sozinhos, quanto menos chatices para resolver, melhor. Assim fiz, planeando (lá teve de ser) a maior fatia da viagem para o Vietname, onde gostava de visitar locais como Hanoi, Hoi An e Ho Chi Min (a antiga Saigão), pelo menos. Veremos se o irei ou não fazer.Para já, a primeira paragem é Kuala Lumpur. Para quem nunca viajou para estas bandas, refira-se que haverá dois grandes aeroportos para onde se viaja a partir da Europa (e não só, mas é que interessa para o caso), e de onde é, depois, muito fácil (e quase sempre barato) viajar para outros destinos apetecíveis. São eles o aeroporto de Singapura e o de Kuala Lumpur, dois grandes hubs com pontes aéreas para quase todo o lado. Bangkok também pode entrar neste campeonato, sobretudo se um dos destinos a explorar for a Tailândia. No meu caso, depois de já ter visitado a Tailândia duas vezes, uma delas incluindo Singapura, optei por Kuala Lumpur, que ainda não conhecia. As duas noites reservadas são aqui mesmo. Uma dica de uma amiga apontou-me o Lantern Hotel, em plena China Town, como uma boa opção (leia-se: barata sem comprometer a qualidade), o que veio a confirmar-se em absoluto. Excelente localização e condições muito simpáticas para o preço (vinte e poucos euros/noite com pequeno-almoço). Diria até que se trata de uma espécie de design hotel em versão low cost. Convém apenas referir que apesar da boa localização, não é fácil dar com ele, sobretudo se chegarmos a China Town já com o aparato das bancas todo montado, já que se torna difícil ver para cima das mesmas. Mas quem tem boca vai a Roma e apesar de algumas dificuldades com o inglês dos interlocutores, lá consegui chegar. Uma dica para o trajecto aeroporto-cidade: quando viajo sozinho (ou a dois), e sempre que é possível, fujo de tudo o que é táxis e shuttles. Se houver boas alternativas nos transportes públicos, é essa a minha escolha. E assim foi aqui. Optei pelo comboio que liga o aeroporto à cidade - muito competente -, fazendo depois a ligação com outro comboio, uma espécie de metro de superfície. No total, gastei aproximadamente 12€ no trajecto, bem menos do que gastaria de táxi.Já instalado, e já de noite, resolvi fazer-me literalmente à estrada para começar a visitar três ou quatro coisas que gostava de ver na cidade. A primeira paragem só podia ser uma visita às imponentes Petronas Twin Towers. Fiz o caminho todo a pé (segundo o meu telemóvel nesse dia/noite fiz mais de 10km a pé) e aproveitei para ir sentindo a cidade. À chuva. Sim, entretanto chovia. Uma vez nas imediações das gémeas, há todo o espectáculo das torres em si, impressionantes em toda a sua dimensão, e o dos turistas, apostado em tirar fotografias em todos os ângulos possíveis. Giro.Para jantar segui mais uma recomendação prévia: Jalan Alor. Não é um restaurante, mas uma rua cheia de pontos de venda de comida local. É só escolher o que agrada mais à vista e ao estômago e sentar. Recomendo vivamente.Para o dia seguinte, ficaram mais duas visitas que queria fazer, a primeira às Batu Caves, localizadas fora da cidade, mas nada que uma viagem de meia hora de comboio não resolva; e a segunda para beber um copo num local improvável: um antigo heliporto no topo de um prédio, num bar convenientemente chamado de Helibar. Fui para o pôr-do-sol e valeu muito a pena. Apesar de ter gasto tanto numa cerveja quanto no almoço desse dia, foi uma forma de assistir à muito interessante mistura de culturas que existem nesta cidade (para além da vista incrível, claro). Entre turistas, expatriados e os clientes locais, percebe-se que Kuala Lumpur é ponto de encontro de várias nacionalidades, o que lhe dá uma personalidade própria e muito cosmopolita. Para mim foi duplamente interessante já que acabei a partilhar mesa com três malaios, com quem tive a oportunidade de conversar e perceber um pouco melhor como funciona o seu dia a dia por aqui, para além de ficar a saber qual a opinião deles sobre as mulheres ocidentais, claro. Conversa de homens não é conversa de homens se não se falar sobre miúdas. Seja em que parte do mundo estejamos.O dia não terminou sem um jantar em mais uma das recomendações que trazia de Portugal: Old China Café, um restaurante localizado perto de China Town, bem antigo e muito simpático. É uma espécie de Martinho da Arcada cá do sítio. Gostei do espaço, da comida e do staff.Para o dia seguinte estava agendada a partida para Siem Reap (Camboja), num voo comprado durante o pequeno-almoço do segundo dia (abençoada App SkyScanner). Mas sobre isso falo-vos num próximo post.
23
Jan17

Começar a usar cremes?


LiAM

clarinsmen_liamNunca fui fã de usar cremes. Ponto. No corpo é mesmo para esquecer, somente na praia e só porque é mesmo necessário. No rosto uso. Tudo começou há uns 10 anos quando fui viver para a Holanda. Lá o frio é mais intenso e senti necessidade de começar a usar cremes diariamente para proteger a pele do frio -  com "agradáveis" máximas de 7 graus durante os meses de Inverno.Em adolescente tive a sorte de não sofrer muito de acne e usei um par de vezes o Clerasil mais porque a publicidade na TV era entusiasmante para um adolescente que queria conquistar “miúdas” do que pelas quase inexistentes borbulhas. Depois disso, só mesmo o frio holandês e a minha teimosia de andar de bicicleta quer fizesse sol, vento, chuva ou neve me levaram a colocar “coisas” na cara.Mas o hábito foi ficando. E desde aí usei uns cremes da L’Oreal, daqueles mais baratos à venda nas grandes superfícies e há uns anos comecei a usar da marca Vichy, com o qual me dei muito bem.Mas, confesso, o uso de cosmética era apenas o de um creme hidratante e energizante para tirar aquele ar cansado de ter que acordar várias vezes à noite quando se cuida de filhos pequenos.Recentemente e por causa do LiAM a Clarins Men enviou-nos um pack para usarmos. Embora agradecido, torci o nariz à quantidade de coisas. Relembro o que penso sobre isto dos homens usarem cremes.clarinsmen1_liamComecei a pôr de lado o creme para antes de barbear. Não faço a barba! Cuido dela de maior tamanho ou mais aparada, mas não corto. Já não me vejo com a cara “despida” há uns dois anos. Depois fui pedir conselhos à mulher cá de casa para saber para que serviam determinadas designações - e aqui podem ver o quão leigo sou nesta matéria -, e assim percebi que:O Nettoyant Visage é, segundo a Clarins Men "um gel de espuma sem sabão anticalcário que elimina tudo o que torna a pele baça. A sua frescura desperta e estimula".O Sérum Défatigant Yeux , é também de acordo com a marca de Paris uma "solução energizante para acabar com os primeiros sinais visíveis de envelhecimento do contorno dos olhos. Graças às suas ações antipapos,antiolheiras e alisadora, o seu olhar fica mais fresco e mais jovem" - aqui uma dica cá de casa: tenho colocado este creme no frigorífico para um ação mais efetiva.O Anti-Rides Fermeté, é um regenerante que "restitui a juventude do resto", ainda de acordo com a Clarins "reduz rugas e rídulas, firma a pele e diminui oexcesso de volume na zona inferior do rosto".A Clarins Men ainda nos enviou o Huie de Rasage que é o tal produto para aplicar antes do creme de barbear. Mas, tal como já escrevi , não o uso porque não me vejo de cara sem barba nos próximos tempo.E assim desde há duas semanas tenho usados os cremes que mencionei.E então? O que está diferente? Para além de demorar um pouco mais na casa-de-banho de manhã, sinto que a pele está com melhor aspeto, menos baça e mais viva. O que é interessante para quem anda de mota todos os dias e insiste em usar capacete aberto.Contudo, acho que ainda não é tempo suficiente para fazer uma “review” do produto e para perceber a sua potencialidade (ou não) desta parafenália de cremes (pelo menos para mim). Mas por estes dias voltarei, eu ou o João, ao tema. Uma coisa é certa e posso desde já indicar, cheira muito bem!
20
Jan17

A "Bandida" vai andar à solta na Mercado de Santa Clara


LiAM

screen-shot-2017-01-17-at-16-23-50Na próxima quinta-feira, dia 26 de janeiro, vai decorrer a Feira da Bandida, no Mercado de Santa Clara em Lisboa. E vocês perguntam, e bem, o que é a Feira da Bandida? Ora, vai decorrer naquele espaço, a partir das 18h até às 19h30m várias ações da nova cidra Bandida do Pomar - aquela com um raposa no logotipo. Para além disso, Diogo Faro e Guilheme Geirinhas irão oferecer alguns dos seus objetos pessoais.Além disso haverá uma série de atuações surpresa de bandas trazida pelo Sofar Sounds e ainda um DJ para fechar a noite. E agora perguntam: o que é o Sofar Sounds?

Estamos aqui para explicar. É de homem partilhar conhecimento. O Sofar Sounds é um coletivo britânico que se dedica a promover concertos intimistas com artistas emergentes. Estas feiras, com um ambiente de alguma balbúrdia e desarrumação, a Feira da Bandida vai recriar a envolvência típica das feiras e mercados de Brick à Brack.Vai ser um evento que promete. Com um espírito muito próprio, mas se não puderem ir, a Feira da Bandida irá realizar-se três vezes por mês, duas em Lisboa e uma no Porto, serão promovidos concertos gratuitos à semelhança do que é feito lá fora: apenas 24h00 antes é revelado o local e quem foi autorizado a entrar e só no evento são conhecidos os artistas. Cool!Nós, como somos "gajos" porreiros, aconselhamos a clicarem aqui e a inscreverem-se. Vemo-nos por lá?

Pág. 1/3

Instagram Like A Man!

Siga-nos

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.