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Like A Man

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Porque amanhã já é para o ano...

Fim do ano. Mais um. Com alegrias, tristezas, desilusões e boas surpresas. É quase sempre assim, de resto. Nada é perfeito e a felicidade será sempre feita de momentos e não de uma continuidade ininterrupta. Cabe-nos aproveitar esses momentos e fazer reflexo dessa felicidade que momentaneamente brilha sobre nós para que ela possa, também, iluminar os outros que estão à nossa volta.

2016 foi importante por aqui, já que foi o ano que viu nascer o LiAM. Temos muitos (e acreditamos que bons) planos para 2017. Contamos com cada um de vocês nesta viagem e juntamos os nossos votos aos das meninas da Victoria’s Secret (abençoadas, sem dúvida).

Que consigamos ser os cavalheiros de sempre. Com as senhoras e não só. Entre nós e, sobretudo, para com os mais velhos, que serão sempre um exemplo e uma referência de vida. Aos mais novos, filhos, sobrinhos ou enteados, que lhes saibamos transmitir os valores necessários para se tornarem seres humanos de excepção. O mundo está a precisar de pessoas melhores.

Bom ano, meus senhores!

https://www.youtube.com/watch?v=1PPmpJkD7-k

Celebrar a chegada do novo ano com estilo!

O calendário de 2016 aproxima-se do fim. Para muitos, muitos mesmo, foi um ano terrível. Um ano mau. A nível internacional e na questão geopolítica estamos num ponto de viragem. Resta saber se viramos para um período de paz ou para algo mais conturbado. A nível nacional a Economia está a levantar pé. As pessoas não têm muito mais dinheiro mas têm uma enorme vontade de serem felizes. E isso é meio caminho andado. Não podemos deixar de referir que 2016 nos trouxe um campeonato da Europa de Futebol, e apesar de gostarmos muito de outras modalidades, não há desporto como o futebol para mexer connosco: homens e portugueses.Mas achamos que devemos celebrar sim a chegada do novo ano, brindar à saúde, à criatividade, à estabilidade financeira e ao esforço que todos vamos fazer para cumprir os nossos objetivos.Como já perceberam pelos nossos post não somos fúteis mas adoramos as coisas boas da vida e por isso achamos que devemos celebrar a chegada de 2017 com champagne, e do bom.Por isso deixamos aqui algumas sugestões para brindarem e começarem o ano em grande qualidade (com responsabilidade, sff!):G.H.MUMM com assinatura Porsche:champagnePerrier-Jouet edição de Outono, gama Belle EpoquepjouetQuanto a nós, LiAM, sabemos que a viagem está apenas a começar. Temos muitas ideias, muita vontade de dar bons conteúdos para os homens (e também mulheres) portugueses. Desde já agradecemos a todos os que nos seguem e desafiamos a virem daí e a continuar a viagem connosco. Bom Ano Novo! Sejam e façam os outros felizes.

27 experiências sexuais que todos os homens deviam ter (segundo a Playboy)

threesomeNo LIAM gostamos de andar atentos ao que se passa pelo mundo, até para podermos informar quem nos segue sobre as últimas tendências. Nesse sentido, e como qualquer homem sabe, a revista Playboy será sempre uma fonte boa informação (e de algum entretenimento). Já os nossos pais sabiam disso.Por estes dias, a revista do coelhinho estilizado resolveu listar algumas experiências sexuais que todos os homens deviam ter . Uma vez que temos aí à porta um ano por estrear, parece-nos interessante deixar-vos aqui um conteúdo que tem tudo para tornar as coisas bastante mais divertidas. Usem-no com juízo, mas atenção: este é um conteúdo maioritariamente dedicado a cavalheiros solteiros que ainda procuram a sua alma gémea. Não há nada de errado em fazerem algumas experiências antes de assentarem. Segundo a Playboy, isto será uma espécie de bucket list para o vosso “amiguinho”. Giro. Mais giro ainda se torna quando reparamos que o artigo é escrito por uma mulher, Bridget Phetasy. Vamos a isto?SABORES DIFERENTESSexo exploratórioA ideia aqui é explorar novos caminhos no tipo de mulher que normalmente “escolhemos”. Podem optar por alguém com um tipo de corpo diferente, com outra cor de cabelo ou outra cor de pele, por exemplo. Nunca se sabe, podem sempre ter uma surpresa.Mulheres mais velhasEspecificamente, uma geração acima da vossa. Isto pode não só dar-vos acesso a todo um novo mundo, e bastante rico em experiência, como vai ainda permitir-vos cumprir aquela fantasia de adolescente de fazer sexo com a muito sensual mãe do vosso amigo que, na vossa mente, vos fazia olhinhos sempre que iam lá a casa.Sexo noutra línguaEsta sugestão é particularmente relevante para nós, portugueses, tendo em conta o período que vivemos, com um aumento substancial do número de turistas. Mas não vale batota. A ideia é levar uma miúda estrangeira (que não fale português) para sair, numa lógica de jantar, dar uma volta e comer um gelado, por exemplo. Têm de comunicar. E depois, sim, podem ir para a cama com ela. Se o conseguirem, ou são muito bem-parecidos, com um charme do caraças, ou são muito bons ouvintes. Ou ambas. Sim, o amor é a linguagem universal, mas este tipo de experiência vai ensinar-vos a escutar também com os olhos, mãos e nariz. Façam-no várias vezes e, mais tarde, serão capazes de ler o corpo da vossa mulher com uma eficácia surpreendente. Sim, esta experiência vai tornar-vos melhores amantes para a vossa futura parceira. E pode sempre ensinar-vos alguma linguagem menos própria em várias línguas. Só vantagens, portanto.Sexo em que somos o sexo fracobodybuilderFaçam-no com uma mulher mais forte do que vocês, como uma entusiasta de crossfit ou uma lutadora de MMA (se houver por cá disso. Se não houver, conjuguem com a sugestão anterior). Por causa dos agachamentos. Por causa dos body-ups (uma mistura flexões com “prancha”). Porque é excitante sentir que não somos nós que mandamos. E porque os todos os homens devem sentir, pelo menos uma vez na vida, o que é ser fisicamente dominado (neste caso por uma mulher) para poderem respeitar a vulnerabilidade, a subjugação primária e a satisfação psicológica que daí pode advir, e que as mulheres tantas vezes sentem.RITUAIS DE PASSAGEMSexo com sabor a vingançaSejam o tipo que a consola depois de uma relação falhada. Não há ninguém mais motivado do que uma mulher que foi enganada ou despachada de uma anterior relação, e que anda por aí a tentar vingar-se com uma (ou várias) boas quecas.Sexo boomerang via FacebookGraças à tecnologia podemos agora localizar aquela antiga paixoneta do liceu, que na altura estava numa relação ou era areia demais para a nossa camioneta, e cumprir o nosso destino sexual.Sexo casual (a mítica one night stand)Vão ter mesmo de fazê-lo. Dar-vos-á a oportunidade de sentir a satisfação sexual com zero de responsabilidade, à excepção da necessidade de se protegerem contra as doenças sexualmente transmissíveis, claro. Afinal, assim que se comprometerem numa relação monogâmica, estarão de alma e coração com uma só pessoa. Dito isto: assegurem-se que a miúda tenha, pelo menos, um orgasmo!Sexo anónimoÉ diferente do anterior. Isto é pura e simplesmente conhecer uma perfeita estranha num avião/comboio/Starbucks, ter aquela química sexual quase animalesca e tratar do assunto naquele momento, num local minimamente acessível e resguardado dos olhos indiscretos, como uma casa de banho, uma dispensa, ou algo do género. Depois, cada um segue o seu caminho. Funciona tanto melhor quanto menos sabemos da parceira de ocasião. Atenção que isto só deve ser feito enquanto solteiros, por isso despachem-se!EXIBICIONISMOSexo em lugares públicosPraias, jardins, festivais de música, parques de estacionamento, etc. Ter relações em locais onde existe o risco de sermos apanhados é sempre excitante. Há pontos extra para o caso de estarem num país estrangeiro, com risco de irem parar à prisão ou acabarem a ter de subornar um polícia para se safarem.Sexo em vídeoAntes de mais, não sejam palermas. Não se deixem levar pelo entusiasmo que vos leve a fazer um vídeo com o iPhone dela. Nesta era digital é de esperar que tudo o que se registe nos aparelhos electrónicos acabe por tornar-se viral. Recomenda-se, por isso, algo à antiga, como uma câmara VHS ou Vídeo 8. Se tiverem uma mulher que alinhe nisto, filmem-se a ter e a dar orgasmos dignos de estrelas porno e guardem tudo na vossa colecção privada. Neste caso a confiança mútua é absolutamente imperativa. Se ainda têm dúvidas, não o façam e esperem pela pessoa certa para o fazer.Brincadeiras no escurinho cinemaPara a autora do texto, a experiência sexual mais quente que teve aconteceu durante as duas horas de exibição do filme “We Were Soldiers”. Diz ela que não há nada mais maroto do que ter de abafar o prazer resultante de uma sessão manual levada a cabo pelo parceiro. E quanto mais sério o filme, mais inapropriado se torna o acto, e melhor será o orgasmo.Sexo (completamente) às clarasPelo menos uma vez na vida, arranjem uma mulher que ache excitante fazê-lo de luzes acesas, cortinas abertas, com muita gritaria à mistura. Resultado: que seja um espectáculo digno de ver e ouvir pelos vizinhos!EXPERIENCIALSexo em movimentoAviões, comboios e barcos. Há algo de inexplicavelmente sexy em fazê-lo ao mesmo tempo que nos estamos a mover, literalmente, através do espaço.Festas de sexoeyes7Este não é para todos, mas se se sentem curiosos em relação a encontros sexuais fortuitos em festas como as que vimos no filme “Eyes Wide Shut” com a Nicole Kidman e o Tom Cruise, procurem fazê-lo num ambiente em que se sintam confortáveis e tirem isso da cabeça de uma vez por todas. Se não o fizerem vai estar sempre ali a chatear-vos para o resto da vida.Sexo em casamentosSe viram o filme “Os Fura Casamentos” já sabem como é. Um casamento faz sobressair o nosso lado mais casual. É divertido. É solto. E pode muito bem ser sinónimo de amor, também para o vosso lado. Duas das melhores amigas da autora acabaram por casar com homens com quem se “embrulharam” num casamento.AUTO SEXOSexo em cima de capotsA sério, se ainda não o fizeram façam-no agora. Esta é uma das coisas que podem fazer com a vossa parceira/mulher/namorada. Nunca é tarde para fazer sexo em cima de um capot e é tão excitante como podem imaginar. Convém apenas terem a certeza de que o motor já arrefeceu. O do carro, naturalmente.Bico na estradaDiz a autora que se fosse um homem dificilmente conseguiria pensar em algo melhor do que ser “mamado” a 100 km/h. Convém apenas ter cuidado, diz ela. Há uma carga muito preciosa a bordo e está nesse preciso momento a oferecer-vos um magnífico felácio.Sexo no banco de trásNão há nada como encostar para uma breve pausa na condução e aproveitar para tratar de algo mais. O sexo no banco de trás é normalmente espontâneo, é quase sempre desconfortável e infalivelmente revigorante.Sexo na garagem durante o horário de expedienteTambém conhecido como a do “meio dia”. Basicamente, sempre que estamos a dar uma na hora de expediente, é fenomenal. Esta é daquelas que nunca perde o encanto, e se estamos numa relação será sempre uma excelente forma de apimentar um pouco as coisas.SEXO SECRETONota: a autora não está com isto a apelar à infidelidade nem à destruição de relacionamentos, mas seria hipócrita da parte dela dizer que nunca foi “a outra”. Parte do apelo da dinâmica de traição é o facto de ser algo proibido. Mas terá sempre um preço elevado a pagar. Não é recomendável.Sexo no escritórioO sexo no escritório é sempre visto de soslaio, por isso é que é tão divertido. AVISO: o sexo no escritório é um pouco como brincar com o fogo, pelo que se a relação correr mal, pode ter consequências que não compensam o prazer. Não digam que não avisámos.Sexo com a amiga-quase-irmãEspecialmente se for uma amiga de infância. Estarão a detonar uma bomba-relógio sexual que estava à espera de rebentar há décadas. Atenção que pode custar-vos a amizade, pelo que devem prosseguir com cautela.Sexo a meio da festaEste é divertido porque estarão a jogar com duas dinâmicas sociais. O jogo é não afectar a primeira dinâmica (a festa) ao mesmo tempo que se safam ao introduzirem a dinâmica sexual no mesmo contexto. E quanto mais pequena for a festa maior a emoção. Se conseguirem desaparecer discretamente no meio de um jantar mais intimista, podem considerar-se um verdadeiro Jedi.ACTOS MAIS FISICOSMaratona do sexoAqui vamos para três recordes pessoais:
  1. O número de orgasmos que vão dar
  2. O número de orgasmos que vão ter
  3. O número de horas que vão passar a dar prazer à vossa parceira
 Ménage à troisÀ BORLA. Geralmente, as melhores situações são quando estão numa festa e acaba por acontecer de uma forma quase orgânica, ou quando estão a sair com uma miúda de mente aberta, bissexual, que se excita a engatar uma segunda parceira num bar. (sim, elas existem.)Ou podem sempre experimentar o Trinder, App para saídas a três. (sim, existe.)S&MPensem em grampos para os mamilos e para o clítoris, chicotes, mordaças, vendas, cera... o que quiserem imaginar. A não ser que tenham a certeza absoluta, sintética e analítica de que isto não é vossa “cena”, recomenda-se que experimentem pelo menos uma vez. Devem-no a vocês próprios descobrir se este lado mais “perverso” é algo que faz falta à vossa vida sexual. Será melhor tirarem já todas as dúvidas, já que depois de cinco anos de casamento, quando o brilho já foi e os filhos são a prioridade, não vão querer andar a fantasiar com a colega de trabalho amarrada pelas mãos e tornozelos, achando que casaram com uma mulher que não está tão a fim deste tipo de experimentação sexual. Claro que a compatibilidade sexual não é tudo, mas dá uma grande ajuda quando se pensa numa relação a longo prazo.No raboAntes de assentarem (curiosa escolha de palavras), devem, sem dúvida, experimentar um rabo. Sim, exactamente nesse sentido. Sobretudo para perceberem se é algo que vos interessa. Até porque, na eventualidade do amor da vossa vida não estar para aí virado, podem sempre ficar descansados porque já o experimentaram.Sexo com "esguicho"De tudo o que autora já ouviu falar sobre homens que nunca estiveram com uma mulher que “esguiche” – preparem-se para ficar horrorizados. E nós subscrevemos esta parte. Se não sabem do que se trata, uma breve pesquisa no Google por “squirter sex” é capaz de vos elucidar. 

5 formas de queimar a gordura de Natal

receita-ceia-natal-istock-gPois é. Nestes dias pós Natal andamos a evitar os espelhos lá de casa, certo? Tão certo como termos engordado neste último fim-de-semana umas gramas consideráveis. Faz parte. Mas agora acabou!O LiAM quer o vosso bem e ajuda-o com 5 dicas para não voltarem ao trabalho com ar de boneco da Michelin:1. Beber águaEu sei, estavam à espera de algo mais excitante, mas para isso temos o ponto 5. Até o lerem fica esta dica: bebam muita água ao longo dos próximos dias! Para ver se exorcizam alguma gordura do corpo, para se sentirem também saciados e para que o vosso corpo volte ao seu equilíbrio natural depois de terem dado cabo da garrafa de whiskey de 20 anos que o vosso sogro colocou na mesa. Água, muita água. De preferência sem gás.main2. CorrerTambém parece de loucos, mas é uma das melhores formas de perder peso. Se não é “maluco das corridas” vai-lhe custar um pedaço, mas tivesse pensado nisso quando estava a enfardar a quinta fatia dourada de seguida. Mas damos dicas: deixe as roupas em lycra para os malucos que só correm e dê umas voltas em modo “confy” mas com estilo. Se quiser mais informações, visite o blogue dos nossos amigos que correm pela cidade, eles percebem muito do assunto. Se tem mesmo coragem, dê uma bela caminhada ou vá fazer uma "corridinha" de 7 km. Vai ver que o corpo desincha logo.3. AbacaxiDesta não estavam à espera. Mas segundo umas nutricionistas que conhecemos (o que dá sempre jeito) o abacaxi é um alimento que sacia, é rico em fibra e tem umas enzimas que ajudam na digestão de proteínas e gorduras, para além de ser um excelente diurético. Vá, toca a ir ao supermercado do bairro - de preferência o mais longe para andarem um pouco se não tiverem coragem de fazer o ponto 3 -  e comprem o fruto em quantidades razoáveis para os próximos dias.4. Acabar com a mesa de NatalDeixem as velas, a árvore de Natal pelo menos até dia 6 de janeiro. Continuem a ouvir o Last Christmas em jeito de homenagem a George Michael, mas tirem já a mesa de Natal. Já mesmo! Se ainda está “montada” interrompa a leitura deste post e vá já desfazer e retirar os doces da vista. Se se livrarem da comida de Natal que ainda está por casa agora mesmo, estão a contribuir em muito para não continuar a ganhar aqueles gramas que se transformam em quilos. Sim, e essa caixa de bombons que ainda nem sequer abriram é para guardar já! Fica para a Páscoa.5. SexoYeah! Nós avisamos que isto ia ficar mais interessante para o fim. Sim, o sexo ajuda a queimar muitas calorias – mas é claro que vocês sabem disso.Mas agora até tem uma ótima desculpa para o fazer todos os dias. Aconselhamos a que seja uma espécie de “semana do sexo” entre o Natal e o Fim de Ano. Quanto mais calorias queimarem mais em forma ficam. Atenção como convencem o sexo oposto disso. Se lhes dizem que têm de fazer sexo para ambos perderem peso, estão a admitir que a cara-metade também  o ganhou nestes dias. E se o fizeram assim o mais provável é que sexo…só lá para o segundo trimestre de 2017. Sejam criativos, com estilo, e carinhosos. Dica: as primeiras vezes de luzes apagadas para elas não perceberem o ganho de volumetria no vosso corpo…e no delas.Ah, e atenção: vem aí fim-de-ano, o que não é desculpa para nova comezana, ok?. Dediquem-se ao álcool, comprem Gurosan e passem reveillon de barriga lisa. Ok?Boas festas!

Do REC ao RIP em menos de nada

gmDavid Bowie, Prince, Leonard Cohen e, agora, George Michael. Não está a ser um ano fácil para os homens do mundo da música. 2016 está a começar a parecer aquele vizinho rezingão que manda baixar a música só porque não suporta ouvir os outros a divertirem-se, com a agravante que neste caso está a mandá-los calarem-se para sempre. Felizmente teremos – também para sempre – a obra que nos deixam, que, no caso destes senhores, é mesmo coisa para ficar na história. Uma história que para nós, homens e mulheres na casa dos quarenta, já vem bem de trás e com muitas evoluções a acompanhar o nosso gosto pela música.Não há muito tempo estávamos a ouvir estes senhores em cassetes com lado A e B, muitas vezes gravadas a partir da emissão da rádio com a qualidade possível na altura. Lembram-se das estações de rádio que aproveitavam a parte instrumental das músicas para “enfiar” uma pequena assinatura com o nome da estação, “estragando-nos” a gravação? Eu lembro-me sem grande saudade, confesso.Cassetes que eram, na altura, o mais parecido com as playlists do Spotify que temos hoje. O botão do REC era mesmo o nosso melhor amigo, com quem mantínhamos uma relação de amor-ódio, em função do sucesso que tínhamos na escolha do timing para o pressionar, quando tocavam as nossas músicas preferidas na rádio. E volta e meia lá estávamos nós a gravar uma cassete com todo o carinho para oferecermos à miúda de quem gostávamos no liceu. Era um presente do caraças! Depois levámo-la no walkman e, com sorte, partilhávamos os headphones com a miúda para ouvirmos a cassete no intervalo da aulas, muito juntinhos.[gallery ids="1694,1695,1693" type="rectangular"]Mais tarde vieram os discos compactos (CD). A excitação que aquilo foi na altura! Estar tudo ali, concentrado, com possibilidade de passarmos as músicas apenas com um toque de botão. Aposto que todos se lembrem dos primeiros CDs que tiveram, tal foi a importância do momento. Tracy Chapman e Dire Straits foram os primeiros de que me lembro ver (e ouvir) lá por casa. Hoje a escolha seria outra - óbvio - mas destes dois não me esqueço mais. É um pouco esse, também, o poder da música na nossa vida. Lembram-nos aquele concerto, aquele verão ou aquela namorada. Neste caso, estes dois lembram-me o meu pai, já que foram escolha dele. Mas a música é muito isto. É aquele momento, aquele single ou faixa do álbum, mas também uma recordação, um sentimento.A verdade é que temos a sorte de pertencer a uma geração que atravessou uma era muito rica, não apenas em talentos musicais tremendos, como estes senhores que este ano nos deixaram, mas também nos tais desenvolvimentos tecnológicos que passaram ainda pelo Mini Disc, DVD, Blu-ray, Mp3 e, mais recentemente, o Spotify. Temos tudo na ponta de um dedo, muitas vezes à distância de um “swipe” num ecrã táctil. Se dantes tínhamos a ilusão de um dia vir a perceber uma palavrinha ou outra de alemão para conseguirmos entender o que acompanhava as imagens das revistas Bravo que as nossas amigas compravam (lembram-se dos autocolantes?), hoje lutamos para tentar dominar a cascata de conhecimento e informação que nos chega de várias fontes. Mas uma coisa mantém-se inalterável: o gosto pela música e o respeito pelo génios que nos levam a viajar nas suas composições artísticas. Génios que têm partido cedo demais, muitos deles em resultado de uma vida de excessos que alguns invejam e procuram imitar. Será o lado negro de uma indústria que nos deu tanto para recordar. Fica o legado e o sentimento agridoce de termos sido contemporâneos de homens inesquecíveis cujas músicas iremos, por certo, passar às gerações vindouras. Em que formato será isso, logo veremos.RIP meus senhores.Nota: este post foi escrito num MacBook Pro, num café com wifi, com o Spotify ligado na playlist “George Michael Greatest Hits”, e de headphones nos ouvidos.trio

Conversa de homens: Como é ser pai de quatro?!

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Inauguramos hoje uma nova rubrica no blogue: "Conversas de Homens" - entrevistas a homens que de alguma forma se destacam, quer pela sua profissão, vida familiar, conquistas profissionais, estilo, desporto, entre outros assuntos.Homens que podem ser menos ou mais conhecidos mas que são bons exemplos de especimens masculinos e exemplos a seguir.




Presentes last minute para elas. Que a força esteja convosco!

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Faltam dois dias para a véspera de Natal e ainda não compraram o presente mais importante de todos? Não, não é o presente do bebé, do filho mais velho, do avô ou até da mãe. Qualquer homem num relacionamento mais ou menos sério sabe que o presente mais importante – e difícil de encontrar – é o da namorada/mulher. Pelo presente em si, mas sobretudo pela expectativa que a maioria delas coloca no simples acto da troca de presentes. Até porque, convenhamos, elas (quase sempre) são muito mais dedicadas e eficazes na escolha.Mas calma, meus senhores. Respirem fundo, que aqui o LiAM dá uma ajuda. Antes de mais, interiorizem o seguinte: mais do que o valor do presente em si, as mulheres gostam de sentir que nós nos esforçámos, que pensámos sobre o assunto e tentámos oferecer algo personalizado, que faz sentido para ela, especificamente. Pronto, acreditando nisto estamos prontos para algumas sugestões de última hora, que podem resultar isoladamente ou complementadas umas com as outras, depende da profundidade do vosso amor e, sobretudo, da vossa carteira. Ou, às tantas, em resultado de como se comportaram este ano. Escolham!Uma nota: dado o que referimos acima, da necessidade de ser algo muito ao gosto de quem vai receber, não vamos ao pormenor de sugerir especificamente um objecto ou uma marca dentro da categoria. Isso, meus senhores, deixamos ao vosso cuidado, acreditando sempre que serão capazes de fazer a escolha certa. Que a força esteja convosco!

 

Jóias

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É um tema sensível. As boas jóias são caras e os tempos não estão para grandes gastos, dirão vocês. Verdade, mas há sempre boas opções que não custam tanto quanto um bom carro em segunda mão, pelo que sugerimos alguma paciência na escolha. E não tenham vergonha de pedir ajuda a uma amiga ou até às funcionárias da loja, mas sempre tendo em atenção o tipo de jóias que a senhora lá de casa gosta. Podem ir de um anel até um relógio, por exemplo. Não vamos falar de marcas, mas sublinhamos a importância da qualidade. Mais vale gastar um pouco mais, caso possam, para ter uma peça melhor do que comprar uma qualquer só para ter um presente para colocar na árvore. Lembrem-se que estão a comprar uma peça para a mulher da vossa vida.

 

Roupa (sim, incluindo sapatos)

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Cuidado aqui, meus senhores. Meias, cuecas e outras peças básicas não entram na equação. Podem pensar num bom casaco, num vestido que a deixe linda de morrer ou numas botas ou sapatos que ela ande a namorar há imenso tempo. Tudo menos que isto pode ser perigoso, a não ser que saibam exactamente o que ela gostaria de receber ou estará mesmo a “precisar” de comprar para completar o guarda-roupa.

 

Lingerie

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Não, não estamos a falar das cuecas que dissemos na sugestão anterior para não considerarem. E sim, este pode soar um pouco com um presente boomerang (que vai e volta, sendo afinal um presente para nós). Mas vejamos as coisas desta forma: a ideia é que seja um presente para ela, que a faça sentir-se (ainda mais) sexy e desejada, mas que também acabe por ser um presente para os dois, no sentido da relação, que pode (e vai!) sair a ganhar, dando todo um novo significado à expressão “época festiva”. Sejam criativos na escolha e tentem imaginá-la dentro do que vão oferecer. Mas calma com o entusiasmo, isto é como ensinamos às crianças: só podem abrir na noite de natal. Não vale espreitar!

Perfume

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Meus senhores, convenhamos que às vezes somos um pouco brutos. Afinal de contas, adoramos o cheiro delas (vou presumir que sim) e muitas vezes nem sequer nos preocupamos em saber que perfume usam. Claro que o ideal é gostarmos mesmo do cheiro da pele da mulher que temos ao nosso lado, mas um perfume faz maravilhas, pelo que a sugestão passa por dedicarem um pouco mais de atenção ao que se usa lá por casa. Vejam se o frasco está no fim e surpreendam-na com um novo. Arriscar numa nova fragrância é “nadar para fora de pé”, pelo que não será recomendável, a menos que tenham uma dica de uma fonte segura, como uma amiga ou algo que ela tenha dito em tempos (sim, estamos a acreditar que: 1 – ouviram; 2 – se vão lembrar).

Smartphone ou tabletapple-iphone-7É o único artigo remotamente parecido com um electrodoméstico que nos atrevemos a colocar na lista. Não interessa se lá em casa estão a precisar de uma máquina de lavar ou de um microondas. É mesmo um conselho de amigo: não se atrevam a oferecer nada disso como presente de Natal. Será sempre coisa para ouvirem durante o ano inteiro, sempre que for altura de usarem o dito electrodoméstico. Este é o momento de oferecer um presente à vossa mulher, não “lá para casa”, ok? E um smartphone ou um tablet podem ser boas escolhas caso ela goste desse tipo de coisa e/ou já tenha demonstrado que gostava de ter algo do género.Claro que lá em cima dissemos que importa a atenção que colocam no presente, mas neste caso vai importar também a qualidade do equipamento. Se puderem oferecer o melhor, perfeito, mas se não for possível, procurem um bom compromisso entre o preço e qualidade. A última coisa que vão querer é chegar a Março a ouvir queixas sobre a pouca capacidade de armazenamento (para os milhares de fotografias que elas acumulam) ou a fraca qualidade da câmara fotográfica, por exemplo.Livros[gallery ids="1664,1665" type="rectangular"]Sim, livros. Claro que não estamos à espera que seja o único presente que lhe vão oferecer, até porque, a menos que ela seja uma bibliotecária fanática, dificilmente vos iria perdoar o facto de lhe oferecerem “apenas” um livro. Depois de um ou outro “mimo”, à partida uma mulher gostará sempre de receber um livro. Até porque todos sabemos que elas gostam de fantasiar e imaginar (não parece, mas não se trata de uma crítica. É apenas um facto), pelo que, acertando no género preferido, os livros são ideais para lhes oferecer pequenas viagens diárias, numa fuga à rotina que qualquer mulher precisa. Para outras fugas, é ver as sugestões seguintes.

 

Fim de semana românticoromantic-getaway-00.jpg

Vamos esquecer que existem aquelas caixinhas com experiências pré-feitas, onde é só ligar e marcar o hotel escolhido. Meus senhores, as vossas mulheres querem sentir que vocês dedicaram algum tempo a isto. É também esse o presente! Claro que é arriscado, mas somos machos, caramba! A genética está do nosso lado. Se os nossos antepassados andaram a caçar mamutes para sobreviver, nós havemos de conseguimos planear um fim de semana surpresa sem pensar na reacção da "fera" lá de casa se não gostar do hotel, do sítio ou da altura do ano que escolhemos para o efeito. E depois há sempre a opção de cancelarem e marcarem noutro sítio que ela prefira, mas não vamos pensar nisso. Vocês conseguem!

 

Viagem de fériasbali-vacation-idea.jpg

Se a vossa resposta à clássica pergunta do Dirty Harry, “Are you feeling lucky, punk?”, é “oh yeah!”, então isto é para vocês. Esqueçam o fim de semana romântico e atirem-se de cabeça para umas férias a dois ou em família, se for o caso. Aqui convém já terem, pelo menos, aflorado a questão do destino, uma vez que o risco é maior. Atenção que não valem aquelas coisas do “Ah, este voucher representa uma viagem que ainda vamos marcar à tua escolha”. Nada disso. As mulheres gostam de um homem decidido, pelo que sejam homenzinhos e digam: “Comprei esta viagem, está paga, e no final de Janeiro vamos para Bali. Vai começando a fazer malas!”.É garantido que não só vão ter umas férias estupendas como essa mesma noite, a de Natal, vai parecer mais uma noite de núpcias.

 

Palavras bonitas

Quando pensamos em presentes de Natal, pensamos quase sempre em algo mais material, o que não é necessariamente mau, desde que seja feito com o cuidado que referimos atrás. É uma oportunidade de fazermos os outros felizes também por essa via. Mas, creio que todos concordamos, que não pode ser tudo. E se a vossa mulher é tudo aquilo que vocês querem que seja (e mais), vai também gostar de algo menos material e mais – muito mais – emocional. Seja um vídeo, um postal com uma dedicatória especial, um álbum com as vossas melhores fotografias do ano, dediquem um pouco de tempo a demonstrar-lhe o quanto gostam dela e quão importante ela é para vocês. Não precisa de ser um “faça você mesmo”, até porque sabemos que nem todos podemos ser o Mestre Maco, mas tem de ter a vossa cara, tem de ser uma coisa vossa. Depois é só escolher o momento ideal para a oferta e aproveitar a embalagem para um brinde especial.

Que seja mais um Natal entre muitos que vão passar juntos e felizes.

 

Feliz Natal meus senhores!

Tiramos as dúvidas: elas preferem homens com ou sem pelo?

pelosimpelonao
Pelo sim pelo não, em matéria de pelos decidimos perguntar às mulheres o que elas preferem? Um homem com ou sem barba? Gostam mais com ou sem pelos no peito e nas pernas? O que afinal preferem as mulheres em relação aos pelos no sexo oposto.Decidimos ouvi-las e  perguntamos a três conhecidas bloguers as suas preferências em matéria de pelos masculinos.

Vejam (e tomem nota) o que a Sofia Novais de Paula do Diário de Um Batom; Marta Moncacha do Dolce Farniente e Catarina Beato do Dias de Uma Princesa dizem numa das matérias que mais nos  “baralha”, não é?Ficam as dicas de quem sabe:

 

Prontos para o Natal? E para ouvir?

conversa2Ao ler este artigo lembrei-me de algo sobre o qual queria escrever há já algum tempo. Não é exactamente sobre aquilo que escreve a jornalista, mas serão temas que se tocam. À medida que a sociedade parece afastar-nos uns dos outros, cada um em sua casa, cada qual no seu mundinho, dei por mim a reflectir sobre o momento em que nos cruzamos na rua com alguém conhecido. Invariavelmente sai-nos um “Olá, estás bom?” ou um “Viva, tudo bem?”, mas quantos de nós querem mesmo saber como está aquela pessoa? É uma pergunta retórica, claro, mas deveria mesmo ser assim? Eu sei que não temos tempo. Temos o emprego, os miúdos, o ginásio, o jantar para fazer, o cão para passear, a casa para arrumar, enfim. Temos tudo e mais alguma coisa, mas e as pessoas? Em que “slot” da nossa vida cabem as pessoas? Quando é que vamos querer escutar a resposta à pergunta que distraidamente fazemos sob a forma de cumprimento? Em que momento vamos mesmo querer saber se o nosso vizinho do lado, de quem até não somos assim tão próximos, se sente sozinho e precisa de alguém para conversar? Serão os presentes de Natal dos miúdos mais importantes que rapaz do 3º esquerdo que perdeu os pais e não tem com quem passar a quadra que se quer festiva?Sim, eu sei. Não é fácil pegar numa mão cheia de humanidade e fazer um embrulho bonito para deixar debaixo da árvore de Natal. É um pouco mais complexo do que isso. Envolve abdicar de algo, “perder” alguns minutos do nosso tempo e escutar. Passa por estar mais ali, naquele momento, e menos nas preocupações com tudo o que está para vir. Possamos nós ser um pouco mais conscientes e atentos às pessoas com que nos cruzamos todos os dias e sim, isso sim, será um belo presente para este Natal. Provavelmente não vai dar a melhor fotografia para o instagram, mas terá um “like” que não se esgota naquele quadradinho, bem pelo contrário.

Os homens sabem apreciar homens?

 Desassombradamente conseguimos dizer que sim, há homens que apreciamos, dos quais gostamos de ver como se vestem, de como educam os seus filhos (ou pelo menos como o deixam transparecer através dos media), como tratam as suas mulheres. Gostamos de saber os perfumes que usam, as marcas que vestem, as motas e carros que conduzem, as bebidas que bebem e os clubes pelos quais torcem.Por isso, decidi mostrar-vos a minha escolha de 5 homens (todos eles estrangeiros) os quais aprecio em várias áreas e que têm muita pinta e muito estilo. Deixei de fora os clássicos como Robert Redford, Steve McQueen, Paul Newman e mesmo Brad Pitt (sim, já é um clássico). Estas são as minhas escolhas:Ewan McGregor:emcgregorhttps://www.instagram.com/mcgregor_ewanO seu gosto por Moto Guzzi e por VW carochas antigos bastava para fazer parte desta lista. Mas este senhor foi, nos cinemas, Obi-Wan Kenobi de Star Wars e Renton de Trainspotting, entre muitos outros. E está tudo dito. Mas não, para além da excelente voz, tem um sentido de estilo muito interessante. É um escocês cool, com pinta com quem gostava de ter uma bela conversa sobre motos… e Star Wars.David Beckham:tmm05beckham4_968263chttps://www.instagram.com/davidbeckham/Já foi considerado várias vezes o homem mais sexy do planeta. E em parte concordamos. É também um grande influenciador. Dita modas ainda antes delas existirem. É um homem à homem! Casado, pai de família, que está a envelhecer como o vinho do Porto. Um exemplo a seguir por todos os quarentões. O único senão é já não podermos vê-lo a jogar pelo seu Manchester United.Gerard Butler:maxresdefaulthttps://www.instagram.com/gerardbutler/Outro escocês. É um homem bonito. E que, na minha opinião daria um belo 007 para substituir Daniel Craig. No ecrã falta-lhe um papel de maior relevo, mas o “seu” 300 foi revelador do que pode conseguir, com um papel espartano de homem duro. Tem muita pinta e as marcas  de perfumes e moda começaram a perceber isso.Michael Fassbender:48400889-cached@RealMFassbenderEste alemão aos poucos tem ganho muito espaço nos melhores filmes de Hollywood. Dos mais alternativos até aos mais comerciais (como X-Men, por exemplo). Tem uma grande pinta e apresenta-se sempre em alto estilo que nós homens devemos ter atenção.  O estilo europeu sempre fez as delícias dos norte-americanos. Tem um ar que tanto nos pode dar um abraço como um murro. E nós sabemos que elas gostam de mistério... Hugh Jackman:hugh-jackman-58811_10526@RealHughJackmanNão conseguimos imaginar outra pessoa a ser melhor Wolwerine que o australiano Hugh Jackman. Mas o Sr. Hugh não é apenas um gajo (muito) em forma, já provou que sabe dançar e é dono de um humor muito peculiar. É um gajo cheio de pinta mesmo quando não tem as garras de fora. E estas são as minhas escolhas. E as vossas, também têm homens que apreciam o estilo. Partilhem connosco, é de homem!

Guia para conhecer miúdas (fora do Tinder)

flirt2.jpgMeus senhores, uma vez que hoje é sexta-feira e há todo um fim de semana pela frente, achámos por bem fazer uma reflexão que – acreditamos – será bastante útil a todos os homens solteiros. Uma reflexão que pretende trazer um pouco de luz à eterna questão “onde podemos conhecer miúdas (de preferência giras e interessantes)”.Bom, giras e interessantes é, de certa forma, ambicioso. Sobretudo se ainda acrescentarmos o “disponíveis”. Sim, este é um guia para conhecer mulheres (preferimos sempre chamar-lhes miúdas) solteiras! Não queremos contribuir para o aumento da taxa de divórcios em Portugal. Para isso já basta o Facebook. E por falar em redes sociais, esqueçam o Tinder e o Happn. Aqui só falamos de sítios passíveis de terem um código postal. Sítios onde é possível trocar olhares, mas também umas palavras e, com sorte, números de telefone. Depois sim, podem usar e abusar do WhatsApp para fazer valer todos os vossos encantos. E acreditem quando vos dizemos que aquilo que escrevem tem MUITA importância no caminho que podem fazer rumo ao coração de uma mulher.Mas vamos a isso, sem nenhuma ordem em particular:SupermercadoÉ um clássico. Seja no corredor dos frescos, junto aos amaciadores da roupa ou na charcutaria, há sempre uma oportunidade à espreita para conhecerem alguém interessante. Ainda que este seja um contexto pouco dado a conversas, podem sempre dar uma muito breve espreitadela para o carrinho de compras dela e, caso sejam perspicazes, ficar com uma ideia da vossa eventual compatibilidade à mesa, por exemplo. Mas atenção para não darem uma de voyeurs assustadores. Não será nunca bom sinal se a vossa ida às compras terminar com uma visita à esquadra mais próxima.Extra: Se conseguirem a proeza de que ela permita que lhe levem os sacos ao carro, por exemplo, somam pontos extra e terão um pouco mais de tempo para convencê-la a dar-vos o número de telefone.GinásioSó aqui está por ser demasiado evidente para não referir. A sua principal vantagem – estar, à partida, cheio de miúdas jeitosas – constitui ao mesmo tempo o seu principal inconveniente: é a "coutada" dos garanhões. Isto não só representa mais concorrência como faz com que elas tenham sempre a guarda em cima. Ou seja, será difícil darem-vos a atenção que merecem. Ainda assim, não será uma tarefa impossível. Até porque é sabido que as mulheres mais interessantes não ligam tanto para o físico (tentem não rir, vá), preferindo homens interessantes e, sobretudo, que as façam rir (agora sim, podem rir). Portanto, aqui (e sempre) o “truque” é serem vocês mesmos. Simpáticos q.b., sempre respeitando o espaço delas, sorrindo aqui e ali e, sempre que houver abertura para o diálogo, aproveitem para mostrar a vossa personalidade. Mas não vamos mentir: se tiverem bons bíceps ajuda um bocadinho.Lavandarias self-serviceflirt3Uma novidade por cá. Já as vemos nos filmes há anos, mas agora também por aqui estão um pouco por todo o lado, e parecem ser uma óptima oportunidade para conhecer miúdas, sobretudo pelo tempo de espera a que nos obrigam. Sim, já sei o que estão a pensar: “mas a mulher que nós queremos - profissional bem sucedida e com a sua própria casa (máquina de lavar roupa incluída) - não vai a uma lavandaria!”. Provavelmente não, mas pensem nisto como uma oportunidade para conhecer outro tipo de mulheres. Expatriadas que vivem agora em Lisboa, turistas que estão por cá numa passagem mais ou menos breve, alguém que vive um estilo de vida diferente, com pouco espaço para os bens materiais, como máquinas de lavar, enfim. Não neguem à partida o potencial de uma lavandaria. O máximo que pode acontecer é acabarem com a roupa toda lá de casa a cheirar a lavado.Uma dica: cuidado com a roupa que levam para lavar. Tudo muito sóbrio e que não vos envergonhe. Se ainda têm roupa interior com cartoons (shame on you!), esta será uma boa oportunidade para deixarem de ter.Estádio de futebolCuidado que este é um terreno perigoso. Desde logo porque não será fácil uma mulher ir sozinha, ou com as amigas, à bola. Felizmente acontece cada vez mais, mas não será a regra. Atenção, por isso, que podem haver machos por perto. E recordamos que este guia é para ser usado para conquistar mulheres solteiras! E neste campo, caso tenham ido de facto sozinhas (com amigas será mais razoável), têm desde logo algo muito importante em comum: não só torcem pelo mesmo clube, como - melhor ainda - elas gostam de futebol! Um verdadeiro dois em um. O que, sendo ainda raro, acaba por ser agridoce, já que se a coisa correr bem e daí resultar uma relação, terão sempre uma óptima companhia para ir à bola. Bom, não? Sim, mas com isso lá se vai um dos últimos redutos do “male bonding”. Ou seja, pode muito bem ser o fim das idas à bola com os “gajos”. Será sempre algo para aprenderem a gerir mais tarde, mas fica a dica para não dizerem que não vos avisámos.EscritórioÉ verdade que há um velho ditado – de fino recorte, por sinal - que nos diz para “não comermos a carne onde ganhamos o pão”, mas não há como negar que o local de trabalho é dos locais mais óbvios quando pensamos em sítios para conhecer alguém do sexo oposto. Desde logo porque será o local onde passamos mais horas por dia. Mas é, de facto, arriscado. Sobretudo porque a coisa pode correr mal e depois fica aquele ambiente estranho no local de trabalho, sempre com uma tensão no ar. Por outro lado, não vale a pena esconder que este é um terreno propício à infidelidade. mas não vamos por aí. Queremos centrar isto na lógica de solteiro meets solteiro, pelo que fica a dica: antes de avançarem pesem bem os prós e contras da situação. Se a intenção for séria, avancem medindo bem o alcance da coisa. Se ela tiver um cargo de chefia avancem com cautelas redobradas. Pelo sim, pelo não, mantenham o CV actualizado.Bomba de gasolinaCalma, já sei o que estão a pensar. A ideia não é andarem a “engatar” em bombas de gasolina. Nada disso. Simplesmente sabemos (não há estudos sobre isto, mas devia haver) que a maioria das mulheres não é muito dotada nestas coisas da assistência automóvel, seja pôr ar nos pneus ou simplesmente encher o depósito. Às tantas fingem que não sabem só para nos fazerem sentir bem por haver algo em que podemos ser úteis. E aqui a ideia é que sejam mesmo. Se virem uma senhora em apuros avancem e sejam cavalheiros. Sorriam muito e atenção: não as façam sentir-se mal por não saberem fazer uma coisa que para nós, homens, é quase natural. Lembrem-se que há muitas outras coisas que elas dominam e nós não fazemos ideia de como funcionam, como por exemplo... hmm... Bom, enfim, elas farão o favor de vos dizer em breve!EsplanadaÉ o ambiente perfeito para meter conversa. Está aquele sol ameno, estamos com um livro na mão, um copo ou um café na outra, e na mesa em frente está uma miúda gira que não pára de olhar para nós. Ou pelo menos nós achamos que ela está a olhar para nós.Um parêntesis para referir a vantagem da utilização de óculos de sol, que nos permitem olhar sem dar entender que o estamos a fazer. Só para uma primeira abordagem, claro. Para percebermos se ela se reparou na nossa presença. A partir daí é tudo às claras; se a vida fosse como nos filmes podiam sempre pedir ao empregado que lhe levasse outro copo do que ela estava a beber, mas como não é, sugerimos uma abordagem baseada em interesses comuns, seja o livro ou a revista que estão a ler, o cãozinho que ela tem pela trela ou até os miúdos que brincam por ali perto. Sim, meus senhores, perto dos 40 há uma enormíssima probabilidade de haver uma outra “bagagem” para além da emocional. Temos que aprender a lidar com isso. E conquistar os filhos será sempre uma prova por que temos de passar.PraiaAquilo que podia ser uma sugestão sazonal não o será assim tanto, se pensarmos que a praia é um excelente destino também no inverno, ainda que com outros encantos. Se nesta altura do ano não temos a sorte de vermos todos os seus “atributos” (desculpem mas não há outra forma de dizer isto), há a vantagem de estarmos num ambiente que apela à introspecção, ao passeio descontraído ou à leitura. Se houver uma esplanada por perto, pode ser conjugado com a sugestão anterior, sobretudo na parte dos cães e/ou dos filhos. A melhor parte será sabermos que pelo menos temos em comum o gosto pela praia.Museus/Exposições/Concertosflirt4Se esta sugestão fosse um caderno do Expresso provavelmente chamar-se-ia Cultura. Apesar de os programas culturais serem sempre um bom pretexto para conhecer alguém interessante, temos que colocar aqui uma enorme ressalva: não vale a pena fingirem que gostam daquela forma de arte em particular se não for a vossa “praia”. A mentira tem perna curta e se a ideia é conhecerem alguém para um relacionamento sério, acreditem quando vos dizemos que não querem mesmo começar com uma mentira deste género. Sobretudo porque ela vai querer repetir o programa, o que será sempre um frete para vocês.Partindo então do princípio que estão ambos ali por vontade própria (nunca se sabe se elas não estarão lá para conhecer homens interessantes, depois de terem lido um conteúdo deste género num Like a Woman qualquer), dir-vos-íamos que, em função do tipo de exposição/espectáculo, devem ser cautelosos na abordagem. Desde logo porque ninguém gosta de ser incomodado quando está a ver algo que aprecia. A chave aqui é mesmo “não incomodar”. Isso não quer dizer que não a possam abordar. Significa apenas que devem ser relevantes e/ou espirituosos no que dizem. É uma dica válida para todas as situações referidas anteriormente, de resto. Conteúdo e humor (sem ser engraçadinho, atenção) são sempre boas formas de chegar ao coração de uma mulher. Respeitar o seu espaço e estar atento aos sinais é a outra parte desta equação. Claro que se forem bem-parecidos também ajuda um bocadinho.Boa sorte, rapazes!  

Uma loja de surf em Nova Iorque?

saturdays-bondi-store-1Sim, leram bem, uma loja de surf em plena cidade de Nova Iorque. E sim, estamos a escrever sobre a mesma Nova Iorque, na Costa Leste do Estados Unidos de Trump. A Big Apple do qual temos memórias visuais pelas visitas pessoais ou através do cinema e das séries de TV. Mas nenhuma delas nos remete para o surf, pois não? Não ligamos aquela que é considerada por muitos a capital do mundo com um lânguido "surf's up", pois não?Ora nessa mesma cidade surgiu em 2009 uma loja de surf. Sim, de surf. E sim, continuo a escrever sobre Nova Iorque. Ora, lá, nesse ano, três amigos, que se tornaram três sócios, e que surfavam nas praias próximas de Nova Iorque, abriram uma loja que refletisse não só o seu gosto pelo surf, o seu modo de vida mas também o estilo de roupa que gostavam de vestir. Daí fundaram a SATURDAYS SURF NYC.Atualmente, a marca é mais do que uma loja, na verdade são várias e situadas em vários locais do globo, entre os quais Kobe, no Japão; Sydney, na Austrália, etc.Passaram de um negócio de bairro de Nova Iorque para um negócio global. É óbvio que não foi sorte, mas muito talento. Hoje em dia contam não só com as lojas, mas com uma coleção de roupa e assessórios, café dentro das lojas, vendas online e até uma revista. É de homem!Pessoalmente, e que profissionalmente escrevo muito sobre retalho, é dos conceitos mais inovadores e interessantes que tive conhecimento. Infelizmente, ainda não fui a Nova Iorque nem entrevistei os senhores. Ainda!Mas o facto é que o conceito de uma surf shop em Nova Iorque resultou (e resulta). Mas não só porque é isso, mas porque é muito mais. É comunidade, é design, é bom gosto e boa estratégia de comunicação. É empreendedorismo no seu estado mais puro. É como imaginarmos uma loja de snowboard em pleno Chiado lisboeta. Parece uma ideia quase ridícula, mas….Deixamos algumas imagens das diferentes lojas e um vídeo no final que explica o conceito desta marca  que quase podia ser o início de uma boa anedota: “uma vez fui a Nova Iorque comprar uma prancha de surf e…”[gallery ids="1412,1413,1414" type="rectangular"]
fotos retiradas do site Freude von Freunden

E o vídeo, que merece a pena ver:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=gbhk9CSVSjU]

30 dias de Medley

[gallery ids="1385,1384" type="rectangular"]Cumpridos os primeiros 30 dias ao volante da Piaggio Medley, parece-nos importante fazemos um primeiro balanço desta relação. Será isso mesmo, uma relação, já que isto das motas é muito mais do que pegar no veículo e conduzir do ponto A ao ponto B. Cria-se, de facto, uma relação de cumplicidade e até de algum carinho. Acreditem: quando nos expomos e ficamos tão vulneráveis como estamos em cima de uma mota, podem crer que esta acaba por tornar-se uma extensão de nós, assumindo uma importância que um carro não terá, por muito que gostemos dele. E atenção que se há quem goste do seu carro somos nós, homens.Mas antes de acelerar nos comentários, uma ligeira travagem para um disclaimer: sou um fã incondicional de scooters e, depois de ter uma série de motas nos últimos anos, acabei numa “relação séria” com um motociclo deste segmento, mas com um motor de 650cc. Digo isto apenas para “balizar” um pouco a coisa, uma vez que será inevitável fazer uma outra comparação, que pode nem ser a mais justa para a simpática Medley, já que estamos a falar de scooters completamente diferentes, até no segmento de mercado a que se dirigem.E, deixem-me que vos diga, que tem sido uma experiência muito interessante, deixar a minha scooter na garagem e sair apenas com esta Piaggio Medley 125cc, menos potente, mas também muito menos pesada e volumosa. Para além das evidentes diferenças em termos de motor, acelerações e comportamento na estrada, há algumas conclusões que são, em certa medida, surpreendentes. Antes de as enumerar, queria só deixar claro que estou longe de ser um expert em motos, o que até pode ser bom, dado que presumo que a grande maiorias de vós também não será. Estamos em pé de igualdade, portanto, sendo que eu tenho a vantagem de andar com esta “menina” nos últimos 30 dias.E o resultado tem sido, para já, bastante surpreendente. Claro que a Medley não tem a capacidade de resposta e de aceleração de uma 650cc, nem tão-pouco será das mais rápidas entre as scooters 125cc, mas a verdade é que quem procura um motociclo deste segmento não será propriamente um Valentino Rossi à espera da sua grande oportunidade. E vendo pela perspectiva do utilitário, esta Piaggio apresenta duas características que, na minha perspectiva, a tornam numa excelente opção para uma utilização citadina: a facilidade com que se mexe no meio do trânsito e o conforto em mau piso, resultado da sua roda alta.[gallery ids="1386,1383" type="rectangular"]Depois, há todo um estilo de condução e uma ciclística que imediatamente remetem para as férias em destinos como Formentera, Tailândia ou Bali, onde nos fazemos transportar em motas deste género, mas com menor qualidade e bem mais “estafadas”. Dizer, por isso, que andar com a Piaggio Medley é uma constante sensação de estar de férias, seria inteiramente verdade, mas bastante redutor. Esta Piaggio é muito mais do que isso. Sobretudo para quem pretende aventurar-se neste mundo das scooters e sempre teve algum receio, ou alguém que procura um veículo de qualidade para as suas deslocações diárias pela cidade e a ocasional ida à praia no fim de semana. A Medley poder ser exactamente isso; a nossa parceira do dia a dia, em que confiamos para nos levar aos nossos compromissos sempre a horas e com quem damos uma escapadinha à praia para um mergulho ou, no inverno, só para ver o mar.Mas como ainda teremos mais algum tempo para testar, sobretudo agora que as condições climatéricas começam a agravar-se, vamos deixar algumas considerações para depois. Até porque pretendemos debruçar-nos sobre a eterna questão da sazonalidade na condução em duas rodas. Sim, vamos conduzir à chuva e ao frio e fazemos questão de voltar para contar como foi.  

Porque ficam os homens uns “maricas” quando adoecem?

quando-os-homens-ficam-doentesNão! Obviamente que não. Que tolice!! O que acontece é que não temos a mínima paciência para estarmos doentes. Achamos que é um contragolpe da natureza e que não faz parte de nós estar assim. E não conseguimos aceitar tal situação!Mas, escrevendo mais sinceramente, sim, somos uns verdadeiros maricas!A grande maioria de nós viramos uns verdadeiros meninos quando uma gripe ou algo deste género nos atira para a cama sem conseguirmos dar luta à questão.Ficamos impacientes, mal dispostos, queixamo-nos de tudo e mais alguma coisa. É inevitável. Ficamos verdadeiramente uns “maricas” doentes.E de quem é a culpa? Da natureza? Da falta de paciência que a testosterona nos providencia? De sermos homens e não admitirmos que uma simples gripe ou má disposição que não tenha sido provocada propositadamente por excesso de álcool nos leve à cama.Aliás, as mulheres convivem muito melhor com a doença. Alguém não conhece uma mulher que a partir de uma certa idade está quase sempre doente. Com isto ou com aquilo? Pois elas admitem e fazem usufruto – às vezes até algo exagerado - das doenças. Mas são elas próprias que têm parte da culpa de sermos uns “maricas” quando estamos doentes. Sim elas, personificadas pelas nossas mães.bgripeElas que sempre nos deram um carinho especial – à maior parte de nós – quando fomos crianças. Elas pela forma como nos trataram quando estivemos doentes em crianças. E nós porque queremos repetir esses momentos já em adultos.Fica-nos a faltar aquela mão quente e acolhedora na nossa testa, aquela chávena de chá que pousa ao nosso lado sem a termos pedido. E a ideia que aquelas super mulheres dão cabo da nossa doença só pela força do seu amor.Mais tarde, quando não estamos perto das mães, por várias razões, mimetizamos o comportamento com o sexo feminino. Com companheiras, com amigas e até com sogras.Devemos então ter menos mimos das mães quando somos mais pequenos? Não! É tão bom. Quem os teve foi um sortudo. O que não devemos fazer é exagerar no comportamento de “maricas” quando somos adultos. Queixarmo-nos, sim, mas sem exageros. Contudo, será sempre algo que fará parte da forma de ser do homem português. Até porque as gerações mudam mas os mimos de mãe – pelo menos enquanto somos crianças - não! E ainda bem. Quanto mais amor temos em criança, mais fortes seremos psicologicamente no futuro. Atenção, não confundir amor com mimo a mais...Mas, a existir uma moral da história de post essa será que não há volta a dar! Somos assim e vamos continuar a ser. Uns mais maricas que outros, é certo, mas sempre maricas quando estivermos doentes.Ou seja, mulheres que lerem este post: é preciso paciência, muita paciência para nós nestes dias. Eu sei que são capazes!

Vamos lá falar de um assunto tabu para homens: a depressão!

depressao-masculina

É verdade, parece uma coisa pouco “à homem” isto da depressão masculina. Mas enganem-se, caros senhores, é um mal que nos afeta cada vez mais e é uma doença silenciosa que pode ter consequências muito nefastas, quer para quem sofre do mal quer para quem nos rodeia.Vamos lá então colocar o dedo na ferida! Quem é que admite que já passou por uma depressão ou que está a passar por uma? Quem é que já procurou ajuda médica para ultrapassar esta doença que cada vez mais nos afeta nestes tempos modernos e stressantes. Quantos de vós conhecem amigos e familiares (sobretudo homens) que conseguem falar abertamente sobre isso? Poucos, muito poucos.Parece que isto da depressão é uma coisa pouco viril. Pouco “à macho”.

 

Que é só para gente mais fraca e, como sabemos, dos fracos não reza a história.Mas os fatos estão aí, a depressão atinge cerca de 250 milhões de pessoas em todo o mundo, e segundo uma notícia recente 20% da população  portuguesa sofre de depressão. E atenção que este número não está nem sequer dividido por géneros e baseia-se nos dados clínicos registados. Infelizmente serão muitos mais e tanto afeta homens como mulheres. Mas elas, como são mais inteligente, admitem mais facilmente que têm depressões e procuram ajuda muito mais facilmente. Nós não! Fechamo-nos. Não admitimos. A sociedade não espera isso de nós e temos a mania que somos fortes! E, neste caso, somos apenas estúpidos…Mas afinal o que é isto da depressão? É o contrário da felicidade? Não! Aliás, infelizmente, o ser humano não consegue ser feliz 100% do seu tempo – embora por vezes quando vê realidades piores que as suas admite que afinal é feliz. Sim. Há mesmo vidas piores que as nossas.

 

A depressão é um estado que pode vir e ir sem sequer notarmos, mas é quando ela fica permanente e começa a comandar a nossa vida, o nosso trabalho e as nossas relações. É aí que devemos começar a tomar atenção e procurar ajuda.A sua causa tem a ver com muitos fatores, perdas de alguém, de emprego, de estatuto social, de falta de objetivos, de stress laboral, do tal mid life crisis, etc. Muitos fatores. E nos tempos que vivemos tudo se une para termos depressões. Nunca o ser humano foi posto a tanta informação, stress e objetivos. Isso tudo influencia e muito.

 

Portrait Of Lonely Depressed Man

 

Atenção, não tenho nenhuma formação clínica no assunto, só que há 10 anos, e admito aqui pessoalmente, passei por uma depressão de forma ligeira, mas que durante 9 meses me afetou e me alterou comportamentos.Os assuntos que a provocaram foram vários, entre eles algumas relações familiares mal resolvidas e o regresso a Portugal depois de viver dois anos na Holanda. Assimilei a realidade de pensamento de outra cultura tão facilmente que foi muito difícil voltar a pertencer ao local onde nasci. Adiante. É complexo demais para explicar por estas linhas. E até porque parece tonto, porque nem parece uma depressão à séria. Mas aconteceu e durante meses nada era bom.A comida não sabia a nada, os jogos de futebol que tanto gosto de ver davam-me a mesma emoção que aqueles canais com paisagens paradisíacas e música de elevador, e o estar com os melhores amigos era uma maçada, não me identificava com nada nem com eles. E odiava Lisboa. Não estava bem em lado nenhum, e sentia que tinha uma vida miserável.Contudo, tinha um bom emprego, era (e sou) respeitado profissionalmente, ganhava mais do que ganho hoje em dia, tinha viagens frequentes, entrevistava pessoas culturalmente muito interessantes e era muito saudável. Mas a dor abdominal com que acordava e que se arrastava pelo dia inteiro e o mal-estar mental era permanente. E não me deixava ser eu.

 

Mas para mim aquilo era novo. Não percebia o que estava a acontecer e sofria em silêncio. Sem perceber muito bem o que se passava ou como saía daquilo. Até pensei que devia voltar à Holanda  para a coisa passar - o que não fiz e ainda bem porque algo muito importante aconteceu e mudou a minha vida para sempre (um dia conto esta história).Mas foi no primeiro ataque de pânico em que tive de sair do escritório onde estava e caminhei à chuva torrencial durante uns longos minutos (tipo filme) que  percebi que tinha de me tratar. Não queria viver assim para o resto da vida, que tinha muita coisa boa em mim que me podiam fazer sentir bem, tinha amor para dar aos outros e tinha uma vida inteira pela frente para ficar com medo de ter medo. E objetivos. Pessoais e mesmo materiais.Na altura procurei uma psicoterapeuta e passados uns meses de sessões de sofá, e alguns euros bem empregues, a coisa endireitou-se. Nem precisei de tomar anti-depressivos nem nada. E hoje em dia já consigo notar os sinais de alerta se alguma coisa indicia uma pequena depressão e: so far, so good.Ora, esta história só é conhecida de muitos poucos amigos. Quase ninguém sabe disto. Mas faço-o aqui publicamente não para terem "peninha" de mim mas para dar o exemplo a outros homens (e mulheres) que caso tenham um problema deste género têm mesmo de o resolver. E para vosso bem! Para que a depressão não cresça e fique monstra e não mande na vossa vida e de quem vos rodeia. Não são menos homens por isso!Sim, um dos problemas é mesmo esse porque não é só há uma questão masculina de indicar fraqueza, mas também há uma questão: que nos faz pensar três mil vezes antes de admitirmos a depressão: os antidepressivos podem diminuir a líbido. Ou seja, em vez de um problema passamos a ter dois.Claro que nem todos os medicamentos o fazem e cada homem reage de forma diferente – somos seres fisicamente diferentes. Mas é, sem dúvida, um dos itens que afasta os homens de procurarem ajuda. Somos machos, pá! Isso da depressão é coisa de maricas…, e se a libido se vai… é o fim!!! Mas falem com um médico sobre isto porque há formas de dar a volta ao assunto, segundo sei.A questão é mesmo resolver um problema de cada vez. Primeiro a depressão, e quando ela estiver curada a líbido volta.Mas o primeiro passo é analisarem-se, perceberem se a depressão é algo que pode ser tratada com a prática de desporto, de um hobby, de yoga, de reiki. Ou se é algo mais avançado e que tem de ter ajuda médica. Não tenham medo! As doenças psicológicas são uma realidade e não somos menos machos por isso.Somos sim, uns "grandes meninos" se não tivermos o discernimento de nos conhecer e analisar que estamos mal e que nos temos de tratar e que estamos a dar cabo da nossa vida e de quem nos rodeia. Tomar consciência dos problemas é muito importante, isso sim é de homem! 

Aberto, fechado ou ambos?

_23b4301Quem anda de mota vê-se confrontando com um dilema mesmo antes de levar a chave à ignição: a escolha do capacete. Longe vão os tempos em que andar sem capacete era um statment, uma prova de rebeldia. Agora todos percebemos que era apenas parvo. Claro que é bom sentir o vento na cara, numa sensação de liberdade que apenas as duas rodas nos podem dar, mas daí a arriscar a vida, conduzindo sem qualquer tipo de protecção, vai uma enorme distância. Uma distância que não devemos percorrer de mota.Concordando na necessidade de um bom capacete, importa então escolher o tipo. No campo das marcas não vamos entrar (para já). E vamos simplificar reduzindo a escolha a três classes de capacetes: os Integrais, os Jet (também chamados de capacetes “abertos”) e os Modulares.Nesta escolha, para além do gosto pessoal, devemos ter também em conta outro tipo de factores: que tipo de mota conduzimos, que tipo de trajectos fazemos e, sobretudo, a que velocidade gostamos de conduzir.Se há coisa que prezamos muito aqui no LiAM é a liberdade de cada um e não vamos dizer-vos o que devem fazer. Vamos apenas falar-vos da vantagens e desvantagens de cada um deste tipos de equipamento, para que possam fazer uma escolha mais consciente e racional (se é que isso existe neste universo das duas rodas):Capacete Jetruby1É um capacete aberto, que cobre as orelhas, a nuca e o pescoço. Pode, ou não, ter uma viseira de protecção de plástico para olhos, rosto e, em alguns casos, abrangendo até o queixo. A alternativa à viseira serão os óculos de protecção, também conhecidos por goggles.Sendo um capacete mais agradável de utilizar, é o que oferece menor protecção, uma vez que nos deixa com o rosto totalmente descoberto. A parte boa é que permite ficarmos com um campo de visão mais amplo, para além do excelente arejamento. Diríamos, por isso, que é um capacete muito confortável, ideal para uma utilização na cidade, em pequenos trajectos ou para o verão.Vai bem com scooters, café racers, custom bikes e choppers.Capacete integral_23b4307Trata-se de um bloco inteiro que envolve a totalidade do rosto, sendo, por isso, mais seguro e usado por profissionais em competições. Cobre as orelhas, nuca e tem uma viseira frontal, que também protege o rosto e queixo. A viseira em plástico, quando existe, é quase sempre basculante, permitindo gerir a entrada de mais ou menos ar no seu interior, para uma evacuação rápida do embaciamento, sem deixar entrar a água da chuva.Oferece a melhor relação segurança/conforto/preço, ainda que estes factores dependam, obviamente das marcas em questão. A principal desvantagem de uma capacete integral será o ângulo de visão mais reduzido, o que acaba por ser prejudicial ao nível da protecção activa. Mas também a este nível, algumas marcas começam a apresentar modelos em que o ângulo de visão está francamente melhorado, como é caso do modelo Bullitt da Bell Helmets, que o Filipe usa na foto acima.Vai bem com todo o tipo de motas mas esteticamente adequa-se mais a motas de estrada, naked, desportivas e off-road. Os modelos mais retro também vão bem com as custom bikes e café racers.Capacete modularschuberth-c3-helmetSe um capacete integral acasalasse com um jet, o resultado seria este. Sim, um capacete modular é exactamente um cruzamento entre os dois modelos anteriores. Fruto de uma parte frontal totalmente basculante, que podemos abrir nos dias mais quentes ou quando circulamos a baixa velocidade, por exemplo, assegura uma boa protecção com um nível de conforto muito bom, sendo no entanto mais pesado e quase sempre mais caro do que os anteriores.A polivalência é o seu maior atributo, mas será menos seguro do que os capacetes integrais, uma vez que no caso de um golpe mais duro há sempre o risco de poder abrir-se.Vai bem com o mesmo tipo de motas do modelo Integral: motas de estrada, naked, desportivas e off-road.Nota final: Quando compramos um capacete, devemos sempre verificar junto do vendedor se o mesmo está homologado em Portugal, já que a utilização de um capacete não homologado resulta numa multa equivalente à não utilização de qualquer capacete. Podem ainda verificar se o rótulo de homologação está presente. Terá a inscrição “Homologação E21 Portugal” em cores pretas, ou simplesmente o termo “E21”.   

Roupa que têm de deixar de vestir depois dos 40! Mesmo!

ciddtpySabemos que os 40 mudam uma pessoa! É verdade! Seja homem ou mulher. Se já lá chegaram sabem do que estou a escrever, se ainda não, prepararem-se. O mid life crisis existe, é real e vão ter que lidar com isso!Uns vão perceber que já estão a metade da vida e ainda não fizeram metade das coisas que gostavam de fazer. O que é justo e só por si pode ser visto como um copo meio cheio em vez de meio vazio. Outros perceberem que os sonhos materiais que tinham aos 20 ainda não se realizaram. Mas o que interessa é não esmorecer. Vão desistir agora quando as coisas começam a ficar interessantes?E é também por volta desta altura, dos pós 40, que algumas doenças, geneticamente transmitidas ou não, começam a dar o ar da sua graça. A um ritmo muito superior àquele que tentamos acompanhar o “puto” que agora joga à bola connosco nas partidas de amigos todas as semanas e teima em nos fazer parecer ainda mais velhos.Há que aceitar que os 40 nos dão coisas boas, também. Temos mais sapiência e, ao mesmo tempo, temos menos paciência para as coisas supérfluas da vida. Mas há também que admitir que há certas coisas que deixam de fazer qualquer sentido com esta idade. E este post podia guiar-nos por vários caminhos, mas vamos cingir-nos à moda, ou como os homens gostam de dizer: à roupa!Há coisas que devemos deixar de usar porque simplesmente ficamos ridículos e ficamos a passar a ideia que não vivemos a nossa adolescência na plenitude – o que até pode ser verdade, mas que temos de disfarçar a todo o custo.Aqui ficam algumas regras LIKE A MAN para evitarem males maiores!andy-richter-in-skinny-jeans
  1. Skinny Jeans
As calças apertadas ainda, e sublinho ainda, estão na moda, mas não vão durar muito mais tempo. Mas as skinny jeans nunca estiveram na moda para homens com 40 ou mais anos. Onde foram buscar essa ideia? Esta moda das skinny e feita para os adolescentes que têm aquele ar de modelos insípidos das passerelles de Paris que vivem com ¼ de baguete por dia.Usem calças de ganga slim cut. Modelos que vos façam parecer magros, esguios e elegantes. Com gosto.51h4tc4ua0l-_ac_ul260_sr200260_
  1. Logotipos gigantes
Há quem goste de usar logotipos e há quem não goste. Independentemente da idade. Mas a partir dos 40 devemos ter algum cuidado no tamanho dos logos que usamos. Lembro-me que há uns anos uma marca norte-americana, a Polo Ralph Lauren, lançou uns pólos com o logotipo tão grande, mas tão grande que parecia que o cavalo estava a morder o pescoço de quem usava aquele modelo. Ou quando se vê aqueles senhores de respeitoso cabelo grisalho, pele bronzeada em solário e com uma t-shirt justíssima com um logo extra large da Armani, parece que há ali alguma espécie de compensação no que respeita aos tamanhos… Se gostam de usar logos, usem, mas usem-nos pequenos, o mais pequeno possível e discretos. E se querem mesmo saber o que devem fazer, usem roupa sem logotipo. Quando a marca de roupa é boa, nota-se pelo corte, pela maneira como veste, não é necessário gritar aos quatro ventos que temos algo de M-A-R-C-A! Ou querem parecer putos pseudo ricos para sempre?1258209-568_default 
  1. Sapatilhas exóticas
Este ponto é sensível. Até porque umas sapatilhas (ou ténis, como lhes chamamos aqui por Lisboa) se forem bem combinadas podem ser de quase qualquer cor. Por exemplo, hoje em dia usa-se muito sapatilhas de camurça amarelas, encarnadas, azuis ou verdes, que podem ficar muito bem se estivermos todos vestido de negro. Percebem a ideia? Faz sentido, não faz? Não é necessário andar apenas com sapatilhas brancas ou pretas. Podemos variar. Com gosto.O que é mesmo de evitar são aquelas sapatilhas exóticas que parece que gritam e chegam aos locais primeiro do que o resto do nosso corpo. Já tiveram idade para o fazer e (quase) ninguém levava a mal. É quase como ouvir a primeira asneira da boca de um criança de 1 ou 2 anos, não é bonito mas ninguém leva a mal. Mas depois dessa idade… Por isso, com 40 ou mais façam um favor e deixem de contribuir com a vossa pegada nefasta de poluição visual. nike-sportswear-ru-summer-super-runner-jacket-jacket-men-purple
  1. Uso pouco criterioso de roupa desportiva
Sim, há mais homens portugueses a fazer desporto. Sim, há muita gente a frequentar ginásios, a correr na rua, a fazer um sem número de atividades físicas. Mas não é necessário mostrar a toda a hora que o fazemos. Há homens que levam as coisas tão a sério que passaram a usar sapatilhas de corrida no dia-a-dia. Uma bela camisa clássica, umas calças caqui e depois uns ténis roxos com atilhos amarelos. Sou de pensar nisso acho que bolsei…Mas atenção, isto não quer dizer que um homem de 40 anos (ou mais) não possa usar, fora do local de trabalho, umas calças de fato de treino cinza, com ténis brancos, t-shirt branca e casaco de malha azul escuro (de botões) – fica a dica. É algo que se começou a usar este outono/inverno. É necessário sim é ter cuidado com o tipo de roupa e a cor com que se usa roupa desportiva. Fatos de treino roxo? Sapatilhas amarelas vibrantes? Hoodies amarelos com logotipos de marca desportiva? Menos, por favor!Podem usar tudo isto mas com as cores e modelos apropriados. Não se trata de se vestirem de maneira aborrecida, mas sim com classe. Afinal, ainda temos pelo menos metade de uma vida pela frente e temos que tornar divertida. Mas com gosto!Ficam as dicas!