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Like A Man

Like A Man

Touch me (I wanna feel your bar)

macbook_proNão é novidade que os homens têm uma clara tendência para dedicar alguma atenção aos gadgets. Estes estarão para o género masculino como as jóias (ou os sapatos) estão para as mulheres. Ainda que, claro está, muitos de nós possamos ter uma paixão assolapada pelos mesmos acessórios que as nossas caras metades (eu, apaixonado por ténis e relógios, me confesso) e elas possam também ser high tech oriented. Nada disto é uma ciência exacta, portanto.Mais exactos (e com o seu quê de científicos) são os lançamentos da gigante norte-americana Apple. Sempre rodeados de grande expectativa, acabam sempre por concentrar todas as atenções, e não apenas dos fanáticos da marca.(Sim, ainda que o título deste post possa ser enganador, e ter-vos levado a pensar que íamos falar de um come back da memorável Samantha Fox, vamos mesmo falar de computadores... Desculpem.)Desta vez as atenções centraram-se na renovação da linha MacBook Pro, com a apresentação de três novos modelos. E a estrela deste lançamento foi mesmo a barra de ecrã táctil, que surge no topo do teclado e substitui as teclas de funções. Esta "touch bar" da Apple não é mais do que um ecrã retina de multi-toque que muda de funcionalidade consoante o programa que utilizador vai “correndo” no computador. Pode ser uma barra de sites favoritos no navegador Safari, pode controlar o volume e as faixas no leitor de música, e até mesmo fazer sugestões de ortografia ou introduzir emojis durante a escrita.A nova barra de funções funciona também com outros programas, como o Mail, Finder, Calendar, Numbers, GarageBand e Final Cut Pro.Outra novidade é a introdução do sistema Touch ID, colocado no botão para ligar o dispositivo, e que permite o reconhecimento da impressão digital do utilizador. Através desta funcionalidade é possível desbloquear o computador (tal como já acontece com o iPhone) e fazer compras com o Apple Pay.https://www.youtube.com/watch?v=RDpOB-OXypQOs ecrãs que equipam os novos computadores Apple apresentam mais 67% de brilho, um contraste 67% maior e 25% mais cores. Mais fino e mais leve que os modelos anteriores, o novo MacBook Pro está disponível em três modelos: um de 15 polegadas e dois de 13 polegadas, sendo que a versão mais barata não apresenta a nova barra de funções.E já que falamos de valores, a política de preços mantém-se ao nível do que a marca já nos habituou, com um preço médio estimado a rondar os 1.500€. Nada que impeça os indefectíveis defensores da marca de fazerem um upgrade às suas máquinas, parece-nos.https://www.youtube.com/watch?v=WVPRkcczXCY

Histórias com motos

storiesofbike_ep5_1Não, não queremos tornar o nosso/vosso blogue num espaço unicamente dedicado às motos, mas claro que ficámos inspirados pela visita que fizemos esta semana à Officina Moto. Por isso não queremos deixar de partilhar alguns vídeos para que se inspiram este fim-de-semana de bom tempo em quase todo o país. Descobrimos a Stories of Bikes já há algum tempo mas achamos que não o devemos guardar só para nós.Criado há cerca de três anos, este projeto australiano - que tenta agora através de crowdfunding chegar a outros locais no globo - é de grande qualidade e narra a importância que algumas motas (e o andar de mota) têm na vida de algumas pessoas. Quer nos seus relacionamentos familiares, amorosos, quer na atitude perante a vida. Vale a pena ver, pelas imagens e pela inspiração. Deixamos aqui dois, mas na página podem ver muito mais. Ah, e não se esqueçam, conduzam com cuidado. Bom fim-de-semana!

Sister:

http://www.youtube.com/watch?v=uyupkfBE_IQ 

Chemistry:

https://www.youtube.com/watch?v=0DmtbYbKHHU

A nova cruiser da Moto Guzzi

motoguzzi_3Ontem, quinta-feira dia 27 de outubro, ao final do dia fomos até ao bairro de Marvila (a Brooklyn lisboeta) para um dos nossos espaços preferidos: a Officina Moto. E lá fomos conhecer, ao vivo e a cores, a nova cruiser da Moto Guzzi: a MGX-21 Flying Fortness.Como diz a Moto Guzzi, esta Flying Fortness é uma fusão dos estilos italiano e americano. Este novo modelo foi desenvolvido no Piaggio Advanced Design Center e destaca-se pela roda dianteira de 21 polegadas, pela traseira baixa, pelas malas laterais de 58lt. Para além disso conta com tampas dos cilindros e as pinças de travão em encarnado.motoguzzi_2Deixando a estética de lado, passemos às especificações do "coração" da máquina. Motor bicilindrico em V, a 90 graus, um bloco de 1.400 cc e um binário de 121 Nm, tem ainda três mapas de injeção e obedece à norma Euro 4 e conta com ABS de duplo canal.motoguzzi_1Em termos de equipamento vem, de série, com o sistema Infotainment. A MGX-21 incorpora uma dupla instrumentação  que contém toda a informação necessária à viagem: cruise control, sistema de som, entrada USB, chamadas telefónicas, comandos de voz, MP3 e bluetooth. O preço desta nova mota da Moto Guzzi é de 23.900€Resumindo, e sublinhando que este texto é escrito por alguém que conduz motos há apenas dois meses, o que vocês podem ver (se visitarem a Officina Moto) é um moto de respeito. Mesmo. Dá para nos imaginarmos a atravessar os Estados Unidos de costa a costa, ou percorrer sinuosas estradas por essa Europa fora. Parece ser uma mota de sonhos. E todos os homens gostam de ver os seus sonhos realizados, certo? 

Toys for boys #1

imageEstou longe de ser um melómano, mas gosto muito de música. Em todo o lado, em (quase) todos os momentos, gosto de ouvir música. E, como qualquer homem, perco-me por um bom gadget. Este, não sendo uma novidade, entra quase na categoria dos clássicos, mais pela marca do que pelo objecto em si, que está mais para o lado das modernices, já que se trata de uma coluna sem fios. Wireless, portanto. Mas não se trata de uma coluna qualquer. É uma Marshall, marca conhecida sobretudo pelos headphones e pelos amplificadores. E é precisamente para o universo dos amplificadores que esta coluna Marshall Acton nos remete, dado o design, clássico e robusto desses outros aparelhos da marca, mas aqui de dimensões bastante mais reduzidas, facilitando a portabilidade. [gallery ids="200,199" type="rectangular"] Se nestas coisas o aspecto conta e muito, já que vai ficar a fazer parte da decoração lá de casa, importa também saber as características técnicas. Se é para nos dar música, é bom que seja eficaz. E, neste caso, o resultado é bastante interessante, até tendo em conta o nível de preço de que estamos a falar. Claro que haverá opções mais baratas no mercado, mas homem que é homem sabe que a função sem a forma desejada não é tão apelativa. E neste caso estamos a falar de um amplificador de classe D com três saídas, uma de 8W e duas de 25W. Dispõe ainda de um woofer de 4" e dois tweeters de 3/4". A conectividade é assegurada por Bluetooth ou por um conector estéreo de 3,5mm (o commumente conhecido por cabo Jack). Tudo isto num corpo de 26,5 cm por 16 cm carregadinhos de estilo. E se ouvirmos com atenção vamos perceber que está mesmo a pedir para ir lá para casa!Coluna Marshall ActonDisponível em preto e cor de cremePode ser encomendada no site da marca ou na Fnac, por exemplo. O preço é o mesmo: 199€.Fica a dica e a boa notícia: o Natal está a chegar!

Berlim - "House of Small Wonder"

Depois de uns dias já em Berlim, e após algum estudo prévio, a referência em vários guias despertou-nos a curiosidade, bem como as fotos, que deixavam antever um espaço acolhedor e com muitas plantas, madeiras e, sobretudo, bastante luz natural. E quando há um brunch no horizonte, nada melhor do que um domingo para experimentar. Fizemo-nos à estrada, neste caso, de Metro, rumo ao bairro de Mitte. Saídos na estação de Oranienburger Tor, não tivemos de caminhar muito até chegar ao número 20 da Johannisstrasse. Mas, surpresas das surpresas, deparamo-nos com um edifício muito recente, que aparentava ser um qualquer centro de escritórios. Look again, pensámos, quase numa recreação do muito masculino e divertido anúncio da Old Spice. Ao canto, numa porta lateral do mesmo edifício, lá estava a placa: House of Small Wonder. Ao entrarmos deparamo-nos de imediato com a primeira maravilha: uma escada em caracol envolvida em plantas. O segundo pormenor em que reparámos já não tem tanta piada, já que uma mão cheia de pessoas aguardava cá em baixo a sua vez para os lugares sentados lá em cima. "Deve ser mesmo bom" - pensamos. E esperamos.[gallery ids="152,151" type="rectangular"]Ao fim de 20 minutos chega a nossa vez de subirmos para descobrir o resto da "casa". Uma vez lá em cima, o espaço não desilude: luz natural - check; decoração com muitas madeiras - check; plantas - check. Muito friendly e acolhedor, sem dúvida. Li algures que se assemelha a uma espécie de collage tridimensional e percebo a referência. Falta atestar a qualidade da comida e do serviço.Uma vez sentados, é exactamente isso que pretendemos fazer. Os empregados são jovens e alemães, mas quase todos de origem oriental, o que não será inocente uma vez que o conceito do espaço é anunciado como "Urban greenhouse meets American cuisine with a Japanese twist“, ou não fossem os criadores do conceito, cujo primeiro restaurante/coffee shop abriu em 2010 em Nova Iorque, uma japonesa e um americano.[gallery ids="153,155,157" type="rectangular"]À mesa é exactamente isso que se sente: "comfort food" feita com ingredientes orgânicos da região, tudo fresco e, aqui e ali, apurados com aquele toque japonês. Se são como eu e têm um estômago que não gosta de saltar refeições, mesmo já tarde vão começar com algo soft. Escolhi a taça de frutas, iogurte e granola (caseira e maravilhosa, das melhores que já comi) para abrir as hostilidades. Mesmo à homem, hein? Compensei ligeiramente com um croissant (aqui de inspiração francesa que se esqueceram de referir no conceito) também caseiro e uma sanduíche de mozarela e tomate, que um homem precisa de se alimentar. O melhor estava guardado para o fim. Não era propriamente o cheesecake à americana, ainda que não estivesse mal de todo, mas o café expresso. Que maravilha, meus senhores. Sem dúvida, os 2€ mais bem gastos por aqui nos últimos dias. Forte, equilibrado, intenso. Bom. Uma pequena maravilha, diria eu.[gallery ids="156,154" type="rectangular"]Fotos LiAM - Like a ManSegunda a Domingo das 9h às 17hHouse of Small Wonder - 
Johannisstrasse 20
10117 Berlin-MitteTelefone +49 30 275 828 77www.houseofsmallwonder.de

A importância das meias para quem anda de mota

men-moto-secondary_mdSim, leram bem. Vamos escrever sobre meias. Uma das peças de roupa negligenciada por muitos homens mas que se tem vindo a alterar nos últimos anos. Agora a escolha já não passa por serem de inverno ou verão ou então pelas cores pretas, azuis escuras, cinzentas e vá  as brancas com a famosa raqueta de ténis (que devem já, já, deitar fora. Por favor!).Hoje em dia quanto mais coloridas, criativas e disruptivas forem, melhor! Desde, claro está, combinadas com um certo je ne ce quoi com o resto da indumentária. Mas, regressando ao título deste texto: o que têm as meias a ver com o andar de mota. Nós dizemos: tudo!Como somos vaidosos sabemos que é uma das peças de roupa que mais vão estar à vista quando conduzimos motas. Isto porque as calças quando estamos sentados (mesmo nas scooters) sobem um pouco deixando à mostra aquele pedaço de perna entre os sapatos (ou botas) e as calças. O erro número um é usar meias curtinhas. Mostrar um pedaço de pele fica horrível mesmo para quem é adepto da depilação dos pêlos das pernas (not me, digo-vos já!).stance-socks-01Ou seja, esse pedaço de estilo tem de ser bem pensado. O LiAM preocupa-se, como já perceberam com o vosso (e nosso) estilo por isso deixamos uma sugestão para que não deitem por terra o estilo que ganhamos quando montamos uma mota - independentemente da marca ou cilindrada!Pesquisem e arrisquem pelas lojas de retalho no nosso país ou vagueiem pelos sites de e-commerce. Não ponham o vosso estilo em risco quando montarem a vossa mota. Sejam criativos.

Coisas de homem que devem ser partilhadas

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Há coisas de homem que devem ser partilhadas. Este é um dos propósitos deste blogue. Desta vez o LiAM partilha uma loja de homem para homem! Escrevemos sobre a Sear's na pequena cidade italiana de Bassano del Grappa - um pouco a norte de Verona, Vicenza e Veneza, na região de Veneto.

 

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Ora não só é uma região das mais interessantes de Itália, como é liderada por um homem cheio de carisma: Mário Bonamigo que alimenta o site/blogue da loja. A Sear's, como podem ver pelas fotos (e pelo vídeo abaixo) é fantástica e é tudo feito com um gosto brutal, mas à homem (Like a Man)! Como nós gostamos. Marcas de excelência não só porque são boas mas também porque são únicas e têm preocupações de sustentabilidade.

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Assim, e se quiserem saber as tendências, o que está e o que vai estar na moda, tomem muita atenção às redes sociais da Sear's a partir de agora. Era um segredo nosso que decidimos partilhar. Em breve revelaremos mais "segredos".


Vejam este vídeo:

 

Face it LiAM

keithrichardsIsto de escrever de homem para homem tem muito que se lhe diga. Há sempre a tendência de querer de manter os níveis de “machice” elevados, procurando não abordar assuntos que são tabu nesta relação entre machos alfa (que somos todos, certo?).Mas não aqui. No LiAM somos homens para nadar para fora de pé. Hoje vamos quebrar barreiras e estabelecer um novo padrão do que é isto de ser muito macho. Sim, vamos falar de cremes para a cara. “Ui, que isto vai azedar!” - Nada disso. Se há uma mulher na corrida para a presidência da maior potência mundial (com toda a legitimidade, de resto), creio que é seguro para nós, homens, falarmos de temas que até aqui tem sido quase exclusivamente femininos. Rapaziada, a verdade é que um cremezinho na cara não vai fazer de nós menos homens. Aliás, tenho um segredo para vos contar: elas gostam. É verdade, cada vez mais as mulheres gostam de um homem que se cuide, que se preocupe com a sua saúde, mas também com a sua imagem. E, convenhamos, quem é que quer acabar com uma pele como a do Keith Richards?Estou longe de ser um especialista nesta matéria, atenção, mas sou homem e já passei dos 40, pelo que percebo a necessidade de tomar medidas. Aliás, dizem os especialistas que o ideal será mesmo começar a actuar mais cedo, enquanto a pele mantém todas as suas propriedades, de firmeza e elasticidade nas medidas certas. Aos 30 anos será, por isso, a altura ideal para começarmos a olhar para a pele do nosso rosto de uma forma um pouco mais responsável. Cremes hidratantes, protectores e anti-envelhecimento, bem como sabonetes específicos, são coisas que devem começar a entrar na vossa lista de compras, sob pena de chegarem a idade dos vossos pais com o aspecto dos vossos avós.Vejamos então o tipo de produtos que devem ter lugar reservado nos armários lá de casa:Sabonete facialNo banho matinal e à noite, antes de irmos para a cama, é importante metermos isto na cabeça (na cara, vá): um sabonete específico para a pele do rosto não tem os mesmos resultados do gel com que lavamos as mãos ou o resto do corpo. Afinal, a pele do rosto tem necessidades específicas de hidratação que o resto do corpo não tem.Dica LiAM: é importante escolher produtos preparados para a pele masculina, mais espessa e oleosa do que a da mulher. Confirma-se: em comparação seremos sempre uns cascas-grossas.Protector solarDiz quem sabe que este é daqueles produtos cuja utilização não dá mesmo para ignorar. O uso diário de um protector solar está para a nossa cara como as imperiais estão para os caracóis: é possível vivermos sem isso, sim senhor, mas não faz muito sentido.Qualquer bom dermatologista vos vai dizer isto, meus amigos. Os danos causados pela radiação solar UV é algo que não vamos querer encarar no futuro: manchas, rugas e até cancro de pele, são problemas que podemos evitar com a utilização diária de um protector facial com FPS 15, no mínimo.Dica LiAM: se a ideia é andar mais exposto ao sol, com a prática de desporto por exemplo, troquem o FPS 15 pelo FPS 30. Será também importante optarem por um protector especial para uso desportivo, já que adere melhor à pele e não escorre com a transpiração.HidratanteSe a lavagem é importante, a hidratação não lhe fica atrás. De manhã e à noite, com a pele já limpa, toca a aplicar o hidratante, que vai repor a humidade da pele e ajudar a controlar o brilho e a oleosidade. Para quem, como eu, não gosta da sensação de sentir “oleoso” depois da aplicação do creme, sugere-se uma loção ou um gel, já que têm uma textura mais leve.Dica LiAM: se quiserem acrescentar algo extra, vão gostar de saber que há no mercado hidratantes com acção revigorante e anti-fadiga. São como aqueles amigos que no dia a seguir a uma noite “daquelas” nos ajudam a estar de pé para o almoço de família que não podemos mesmo falhar. Neste caso, as substâncias com acção descongestionante, como a cafeína, dão uma ajuda.Creme anti-envelhecimentoOk rapazes, todos sabemos que há uma altura da nossa vida em que nos sentimos invencíveis, imortais. E, como tal, a última coisa em que queremos pensar é gastar dinheiro em algo que – podemos jurar a pés juntos – não precisamos de todo! Desculpem ser o desmancha-prazeres... mas a verdade é que sim, vão mesmo precisar disto. Não só é uma ajuda na hidratação da pele como vai auxiliar na nutrição da pele e na prevenção de rugas.Dica LiAM: Se há produto em que não podemos ser forretas, é capaz de ser este. Sim, não são produtos baratos, mas pensem comigo: é verdade que uma ruga ou outra dá um certo charme, mas uma cara que parece um mapa das estradas é um caminho que não vos vai levar longe com as miúdas.Finalmente, neste campo das recomendações, e mesmo correndo o risco de parecer o paizinho aqui do grupo, deixo-vos a pensar no seguinte: se na casa dos 20 o corpo tem um tipo de reacção que nos permite recuperar mais facilmente dos estragos de um estilo de vida... digamos que mais “animado”, a partir dos 30 a coisa começa a piar mais fino. Tabaco, excesso de sol, álcool, poucas horas de sono e uma alimentação menos cuidada vão acabar por ter consequências. Não que tenhamos que dar entrada no convento mais próximo, atenção, mas convém perceber o que está na cara: os excessos têm um preço, e se este é um PPR (Plano Para as Rugas) que não querem ter, comecem a tirar o pé do acelerador em alguns momentos. Fica a dica! [gallery ids="87,98,88,86" type="square"] 

Algumas marcas úteis para pesquisarem:

CliniqueL’oréal Men ExpertVichy HommeBiodermaLab SeriesAvèneBenefitClarinsNivea

Conduzir uma Vespa!

vesparedA maioria de nós tem a sua Bucket List (aquelas coisas que gostaríamos de fazer antes de morrer). Uma das coisas que está na minha lista é ser dono de uma Vespa. Quanto mais clássica melhor.Ora, há falta de a ter – pelo menos por enquanto – tive a oportunidade de conduzir uma Vespa Primavera durante uma semana. Ou seja, foi meio Bucket List feito, já que, durante essa semana, a Vespa foi minha – graças à simpatia da Piaggio Portugal. vespaprimaveraQuando peguei na Vespa (não lhe vou chamar  scooter porque isso é outra coisa) a sensação foi logo fantástica mas o melhor estava para vir após os primeiros quilómetros em cima desta máquina de 125 cc (sem mudanças).A maneira nervosa mas autoritária como faz o arranque é excelente. A forma como desenvolve o motor é igualmente uma experiência muito interessante mesmo para quem, como eu, tem pouca experiência na condução de duas rodas. O perigo é o entusiasmo que aquele motor nos transmite.unnamedAh, e claro. O estilo. Não se fica indiferente ao passar com uma Vespa. Quem também tem uma Vespa olha clinicamente a ver o tipo de modelo e se está costumizada ou não. É muito interessante verificar o "culto" ao vivo.Os outros – nos quais me incluo quando não estou a conduzir a Vespa – olhamos para elas com um misto de "inveja da boa" e aspiração. “Sim, um dia vou ter uma!”. Em breve volto aqui ao blogue para vos contar com foi a experiência, com mais detalhe, conduzir esta Vespa.

These boots are made for... an anniversary.

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Poucas coisas gritam "Homem" como um par de botas Timberland, as originais. Arrisco mesmo dizer que estão naquela categoria de objectos de culto que podem, caso queiramos (e o pai não cheire muito mal dos pés), passar de pai para filho, numa lógica de herança masculina, de partilhar o legado da vida ao livre. Não que tenhamos que ser uns verdadeiros MacGivers (malta mais nova, se não sabem quem é, toca a Googlar) para usar com orgulho um par de botas Timberland. Se há calçado democrático (tanto quanto umas botas deste preço podem ser democráticas) é este. Tanto servem para o executivo que ao fim de semana deixa o fato no armário, como para o estudante universitário que não as tira dos pés durante todo o inverno. Na cidade ou no campo, serão sempre um clássico para quem gosta de um look casual e confortável. A camisa xadrez será um “extra”, mas indispensável, digo eu.

Isto para dizer que a “Yellow Boot” Original da Timberland está de parabéns. Cumpre-se este ano o 40º aniversário da primeira bota a ser produzida com uma altura de cano de 8’’. Para comemorar, a marca uma reedição da bota amarela original, uma edição limitada de 1.000 unidades, disponível apenas em pontos de venda seleccionados. Uma novidade que chega mesmo a tempo dos dias chuvosos que se aproximam. Para usar Like a Man, portanto.

 

Começar a surfar aos 40!

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Quem nunca deu por si na praia a ver outros a surfar (e a divertirem-se) e a pensar: “um dia gostava de tentar isto!”. Os anos entretanto foram passando e todos os verões (e alguns invernos) o pensamento mantém-se, certo?Fomos sempre arranjando desculpas. Primeiro a falta de jeito. Depois o preço do equipamento, depois  os fins-de-semana para descansar do trabalho (ou das borgas). E de um momento para o outro temos filhos, companheira, cães, uma casa cheia mas, mesmo assim, chegados aos 40 anos de idade continuamos a olhar para as ondas e para os surfistas com uma ponta de inveja e a pensar no passado: "como teria sido giro ter experimentado...!"

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Mas ao invés de estarem com esse pensamento derrotista, lembrem-se, os “40 são os novos 30...ou os novos 20”. E porque não, nesta altura, em que a maioria de nós até tem alguma liquidez disponível (apesar da crise) para investir tempo e dinheiro e FINALMENTE tentar fazer-se às ondas. Não é tão complicado assim. De qualquer forma, deixamos aqui algumas dicas: 

  1. Perder a vergonha. Esqueça os jovens surfistas que se passeiam nas ondas como algo que fizeram ainda antes de aprender a andar. Uma das coisas boas de ter 40 anos é que, em algumas situações da vida perdemos a vergonha. Afinal os cabelos grisalhos contam para alguma coisa. Força, faça-se às ondas sem vergonha. Toda a gente fica bem com um fato de surf.
  2. Arranje um amigo que já tenha feito surf, não só para ir consigo nas primeiras vezes mas também para lhe emprestar algum material e dar-lhe dicas. Não vale a pena investir 300 euros e depois achar a experiência má (o que sinceramente duvidamos, mas…).
  3. Escolha uma praia com fundo de areia (em Lisboa a Costa da Caparica é ideal ou então São Torpes em Sines) e aconselhe-se com amigos, recolha info  na net ou numa loja de surf local sobre qual o melhor spot (depois vai necessitar de um pequeno dicionário para perceber algumas das expressões de surfistas) para se iniciar na modalidade.
  4. Uma vez equipado, com uma prancha adequada à aprendizagem (deve ser do tipo Malibu) dedique-se primeiro a equilibrar-se na zona da espuma. A primeira vez que tentar vai achar que é o desporto mais difícil do mundo. Contudo, estou certo, sairá da água cansado e com os braços bem doridos por ter estado a remar mas com um sorriso do tamanho do mundo. Aconselho que veja vídeos no You Tube sobre a abordagem à remada no surf, a postura deitada em cima da prancha e como tentar fazer o drop (ver o que significa no dicionário português/surfês).
  5. Depois das primeiras vezes na água, de conhecer um pouco melhor as marés da praia, de aprender a remar, de aprender a fazer o duck dive (passar por debaixo das ondas na zona da rebentação) vai começar aqui e acolá a tentar pôr-se de pé e a surfar a sua primeira onda. Se até aqui não desistiu duvido que volte atrás. Mesmo que não faça mais do que cortar a onda, mesmo que a sua prancha seja maior e mais grossa que a dos miúdos que apanham ondas maiores, a diversão é garantida. A vergonha vai dar lugar a um gozo e, mais tarde, ao contágio de levar amigos consigo a experimentarem.

Ou seja, resumindo, fazer surf não tem idade.Vamos a isso?

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Primeiro post... Like a Man!

Cabe-me a honra de abrir o blogue e faço-o com um post informativo. Porquê um blogue para homens? – estarão vocês a perguntar-se (gosto de pensar que somos o tipo de pessoa que se questiona a si mesmo).

A resposta é simples: porque não? Somos dois homens, já passámos dos 40 (embora não se note, dizem) e temos coisas para dizer. Ah, e temos sentimentos. Se tudo correr bem isso vai notar-se muito por aqui. Já para não referir o óbvio: somos adultos e fazemos o que bem nos apetecer. Bom, pelo menos aqui nestes vinte e poucos cm2 de ecrã, é assim que vai acontecer. Meninas e senhoras serão sempre bem-vindas, claro, mas aqui mandamos nós. Mandamos postas de pescada, deixamos dicas sobre o que gostamos e partilhamos o que nos vai na alma (não sei se já referi, mas também temos sentimentos).

Esqueçam aquela coisa do homem viril até mais não, o verdadeiro “macho man”, egocêntrico e desligado do que o rodeia. Aqui poderão encontrar coisas de homens para homens, sim senhor, mas sempre numa perspectiva do homem moderno: atento e informado, cuidado na forma de estar e de vestir, preocupado com a sua forma física e com a alimentação e, acima de tudo, sensível ao que se passa à sua volta. Sim, gostamos de motas, de futebol e de mulheres, mas também gostamos de perfumes, relógios e de arte. É assim que as coisas vão ser por aqui.

Sejam bem-vindos e fiquem à vontade. blog-likeaman.com é a vossa nova morada.

Blogar como um homem!

Este é um blogue de homens para homens. Gostamos de design, de arquitectura, de motores, de desporto e de moda. À nossa maneira e com os nossos defeitos. Agarrem uma cerveja e venham daí!

QUEM SOMOS

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LiAM é o João e o Filipe, mas é também o vizinho do lado, o colega de trabalho ou o irmão mais velho. É aquele tipo que está na casa dos 40 e já sabe uma coisa ou outra sobre a vida, mantendo ainda as suas dúvidas em relação a outras tantas. Diz o que pensa e sente muitas coisas. É sensível sem ser um “mariquinhas”. Excepto quando fica doente, aí é igual a todos os homens: só precisa de alguém que cuide dele, de preferência com uma paciência infinita.

Gosta de futebol, mulheres, cerveja, boa comida e quase tudo o que tenha rodas. Discute tudo isto em frente a um teclado ou com os amigos, já com um copo na mão, fazendo sempre questão de dizer que apenas bebe socialmente. É isso que lhe dá prazer.

Gosta de vestir bem e de fazer desporto. É sensível ao design, às modas e à arte em geral. Não veste a primeira coisa que aparece, mas não necessariamente pelas marcas. Conforto e estilo são as suas prioridades. É o tipo que vos fala das últimas novidades. Nos gadgets, no cinema e até na vossa rua. Domina o digital mas gosta de ler em papel. Revistas, jornais e livros não faltam na sua vida.

João empresta-lhe o lado criativo da publicidade e a capacidade de criar histórias envolventes. Ao Filipe vai buscar o rigor do jornalismo e o talento para fazer as perguntas certas. Juntos são o LiAM que é, afinal, muito mais do que a simples soma dos dois. Segue-o para ficares a saber sempre mais.

 

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João N. Coelho

42 anos. Solteiro e bom rapaz (dão-se referências). Criativo por defeito, gosta de questionar as coisas. Durante muito tempo foi pago para isso, como copywriter em agências de publicidade. Gosta de brincar com as palavras e de fazer rir. Diz que passou ao lado de uma grande carreira como argumentista, mas pode ser tudo ficção. Foi co-fundador da Lisbonlovers e assumiu o seu amor pela cidade que o viu nascer. Outra paixão são as duas rodas, pela sensação de liberdade e pelo seu sempre apurado sentido prático, que não lhe permite perder tempo em filas. Jura a pés juntos que é o exercício físico que lhe permite manter-se equilibrado, mas há quem desconfie desse equilíbrio. Promete escrever sobre tudo o que lhe vier à cabeça, desde a complexidade das relações à aparente simplicidade do cão miniatura do vizinho de baixo. E vice versa.

 

Nota: não escreve ao abrigo do “Acordo Ortográfico”. Sim, é um statment.

 

BI:
Naturalidade: Lisboa
Clube: Sporting Clube de Portugal
Desportos favoritos: Para ver, futebol. Para praticar, BTT e padel. As fitas do TRX também me são familiares.
Filme(s) de eleição: O Shawshank Redemption marcou-me de uma forma que ainda hoje não consigo explicar. Talvez pelo sentido de (in)justiça ou pela forma inteligente como a história se desenrola. Numa vertente mais "estética", quase todos os que contem com a participação da Jennifer Lawrence.
Livro preferido: A Voz dos Deuses, de João Aguiar e Ensaio sobre a Cegueira, de Saramago.
Música preferida: Na era do streaming, vou contra a corrente e menciono as rádios que ouço. Gosto de ser surpreendido pela Oxigénio, Vodafone FM e Antena 3.
Prato preferido: Fico sempre indeciso entre um polvo à lagareiro e um bacalhau à brás.
Bebida preferida: Depende da situação, mas no verão, uma cerveja na esplanada cai sempre bem. No inverno (e quase sempre) prefiro o gin e/ou um bom vinho.
Top 3 da minha Bucket List (não necessariamente por esta ordem):

1) Viajar durante um ano, até ao ponto de nem saber em dia da semana estou

2) Fazer uma road trip de mota pelo countryside francês (não perguntem porquê)

3) Ter uma casa com jardim (vista para o mar já é pedir muito?)

Uma mulher bonita: Monica Bellucci.
Peça de roupa preferida: sapatos ténis (ou sapatilhas, se preferirem).
Cidade de eleição: para viver, sempre Lisboa. Para conhecer, todas as outras.

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Filipe Gil

44 anos. Pai. De dois rapazes. Casado. Gosta de escrever muito sobre vários assuntos, desde retalho a arquitectura, de design a consumo e tendências, desde que escreva e possa escrever está tudo bem! Andou dois anos de socas nos pés na Holanda e depois o dobro disso a Correr na Cidade, agora só corre quando lhe apetece. Muito recentemente descobriu uma paixão por motas que nunca antes se tinha manifestado...mas entretanto, um sacana de um acidente resfriou e agora volta-se mais para as quatro rodas. Mais uma razão para dizermos que homem está sempre a evoluir. Este vai tentando. Neste blogue vai escrever, escrever e escrever sobre tudo e mais alguma coisa, com qualidade e isenção. Sim, é possível num blogue!

 

BI:
Naturalidade: Lisboa
Clube: Sport Lisboa e Benfica
Desportos favoritos: Surf, futebol e corrida.
Filme(s) de eleição: Tudo o que é Star Wars e James Bond. E tudo de Stanley Kubrick, Nanni Moretti e Pedro Almodovar. É tudo!
Livro preferido: "Amsterdão" de Ian McEwan
Música preferida: Demasiado heterogénero para indicar uma música. Os gostos vão de Bach a Whitesnake, de Frank Sinatra a Father John Misty, de Disclosure a Beirut.
Prato preferido: Favas!
Bebida preferida: Cerveja, de preferência artesanal. Uma bela IPA faz maravilhas
Top 3 da minha Bucket List:

1)      Conhecer a Califórnia e o Colorado. Ir até lá atravessando pelo menos metade dos Estados Unidos de carro.
2)      Ser dono de uma Vespa Clássica e de um Range Rover - clássico também.
3)      Correr a Maratona de Nova Iorque.

Uma mulher bonita: A minha!
Peça de roupa preferida: sapatos ténis (ou sapatilhas, se preferirem).
Cidade de eleição: Amesterdão e Lisboa. As duas, estranhamente, complementam-se.

Se tiverem ideias, falem connosco através deste email. Let’s ride!